Rio de Janeiro, 23 de Junho de 2026

Presidente do Egito exalta projeção após vitória na Copa

Abdel Fattah al-Sisi celebra a primeira vitória do Egito na Copa do Mundo de 2026, destacando o impacto positivo no esporte e na imagem do país no cenário internacional.

Segunda, 22 de Junho de 2026 às 14:41, por: CdB

Segundo al-Sisi, o resultado “marca um início promissor para uma jornada repleta de confiança e ambição” e contribui para “aumentar a visibilidade do Egito no cenário internacional”.

Por Redação, com ANSA – do Cairo, Los Angeles

O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, parabenizou a seleção nacional de futebol pela vitória por 3 a 1 sobre a Nova Zelândia na Copa do Mundo de 2026, classificando o resultado como um marco histórico para o esporte do país.

Egito conquistou primeira vitória na Copa do Mundo

Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que o triunfo representa “a primeira vitória histórica do país na Copa do Mundo”, descrevendo o feito como uma conquista que “personifica a determinação, a força de vontade e a coragem de nossos jovens”.

Segundo al-Sisi, o resultado “marca um início promissor para uma jornada repleta de confiança e ambição” e contribui para “aumentar a visibilidade do Egito no cenário internacional”.

A partida, disputada em Vancouver, começou com vantagem da Nova Zelândia, que abriu o placar ainda no primeiro tempo após um escanteio finalizado de cabeça por Surman. Os neozelandeses chegaram a pressionar em busca do segundo gol, mas pararam em boas defesas do goleiro egípcio.

No segundo tempo, o Egito voltou mais agressivo e empatou com Zico, de cabeça, após cruzamento de Hany. A virada veio em seguida, em jogada construída por Mohamed Salah, que colocou os norte-africanos na frente.

A confirmação da vitória veio em lance de bola parada: Salah cobrou um escanteio preciso que encontrou Trezeguet na área, selando o placar de 3 a 1. Com o resultado, o Egito ganha força no grupo G e se aproxima da classificação para a próxima fase da competição. 

Irã e Bélgica

Irã e a Bélgica empataram no domingo em Los Angeles, por 0 a 0, em partida válida pelo grupo G da Copa do Mundo de 2026.

Taremi chegou a balançar a rede para o time persa no primeiro tempo, em uma jogada ensaiada de cobrança de falta, mas o gol foi anulado por impedimento, decisão confirmada pelo VAR.

Com isso, as duas equipes seguem sem vitórias no torneio. No caso belga, a situação é ainda pior: é a primeira vez em 24 anos que a seleção começa uma Copa sem vencer nos dois primeiros jogos.

Para complicar, a Bélgica ainda perdeu um jogador no segundo tempo, com a expulsão de Ngoy.

Os iranianos tentaram, mas não conseguiram superar o goleiro Courtois, que fez ao menos três defesas importantes.

Do lado persa, Beiranvand fez milagre ao impedir que a bola entrasse na melhor jogada belga.

Com o resultado, as duas equipes estão com dois pontos no grupo, após dois empates.

Irã e Bélgica voltarão jogar no dia 27 de junho, em Seattle, contra Egito e Nova Zelândia, respectivamente.

Fora do campo, Los Angeles tem uma das maiores comunidades persas nos Estados Unidos, formada por imigrantes iranianos e descendentes. No entanto, a população local não se mostrou favorável a apoiar o Irã na partida contra a Bélgica. Um grupo com cerca de 50 iraniano-americanos protestou contra o regime dos aiatolás na porta do estádio antes da partida.

A delegação iraniana, que deve deixar os Estados Unidos imediatamente após cada partida e retornar para a sua base em Tijuana, no México, devido à guerra contra os americanos, continua a reclamar à Fifa sobre a conduta antidesportiva.

Antes da partida em Seattle, não está descartada a possibilidade de as regras serem revisadas. Segundo Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, há discussões em andamento sobre como o Irã poderia ser realocado para a metrópole do estado de Washington, que fica muito mais distante de Tijuana do que Los Angeles, no sul do país.

– Sei que o presidente [dos EUA] quer garantir um equilíbrio, certificando-se de que não comprometamos nossa segurança nacional – explicou Giuliani, referindo-se a Donald Trump, a quem se deve dar crédito por permitir que o Irã “participe do torneio apesar da guerra”. 

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