Onda de violência na África do Sul deixa mais de 200 mortos
Durante coletiva de imprensa, neste sábado, a ministra da Presidência, Khumbudzo Ntshavheni, informou ainda que em Joanesburgo foram contabilizadas mais seis mortes, totalizando 32 pessoas que perderam a vida desde o início dos confrontos.
Durante coletiva de imprensa, neste sábado, a ministra da Presidência, Khumbudzo Ntshavheni, informou ainda que em Joanesburgo foram contabilizadas mais seis mortes, totalizando 32 pessoas que perderam a vida desde o início dos confrontos.
Por Redação, com Ansa - de Joanesburgo
A onda de violência registrada na África do Sul há quase uma semana causou ao menos 212 mortes até agora, segundo autoridades locais. De acordo com o governo sul-africano, os novos óbitos ocorreram, em sua maioria, na região de Kwazulu-Natal, no leste do país, elevando o número total de vítimas a 180.
Os protestos que explodiram na África do Sul, nos últimos dias, reuniram manifestantes em várias cidades do país
Durante coletiva de imprensa, neste sábado, a ministra da Presidência, Khumbudzo Ntshavheni, informou ainda que em Joanesburgo foram contabilizadas mais seis mortes, totalizando 32 pessoas que perderam a vida desde o início dos confrontos.
Os distúrbios e saques na África do Sul tiveram início na semana passada, um dia depois da prisão do ex-presidente Jacob Zuma, condenado a 15 meses de detenção por desacato à Justiça.
‘Insurreição’
A onda de violência ganhou grandes proporções em meio ao desemprego e às novas medidas para combater a pandemia de covid-19 no país.
Para o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, que os atos que abalaram o país nos últimos dias foram planejados e tentam fomentar uma "insurreição".
— Os responsáveis por esses atos tentaram provocar uma revolta popular entre nosso povo — resumiu o chefe de Estado, em rede nacional.