Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025

Número de mortos em Gaza ultrapassa 40 mil, diz Ministério da Saúde

Ao menos 40 pessoas morreram nas últimas 24 horas, informou em comunicado o Ministério da Saúde deste território, que tinha 2,4 milhões de pessoas antes da guerra.

Quinta, 15 de Agosto de 2024 às 13:32, por: CdB

Ao menos 40 pessoas morreram nas últimas 24 horas, informou em comunicado o Ministério da Saúde deste território, que tinha 2,4 milhões de pessoas antes da guerra.

Por Redação, com CartaCapital – de Gaza

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, governado pelo Hamas, informou nesta quinta-feira um novo número de mortos de 40.005 no território palestino desde o início da guerra com Israel, há mais de 10 meses.

gaza.jpg
Conflito começou após um ataque do Hamas, em 7 de outubro de 2023

Ao menos 40 pessoas morreram nas últimas 24 horas, informou em comunicado o Ministério da Saúde deste território, que tinha 2,4 milhões de pessoas antes da guerra.

Tensão aumenta

Nas últimas semanas, a guerra no enclave entrou em uma nova fase, ainda mais tensa que as anteriores. Israel é acusado de matar, no Irã, o principal líder político do Hamas, Ismail Haniyeh. O ataque, praticamente, abriu um novo front de batalha, já que o Irã ameaça responder o caso à altura.

Continue lendo

Ao mesmo tempo, Israel também ampliou as tensões em outra fronteira: a do Líbano. Por lá, o exército de Benjamin Netanyahu matou um importante chefe do Hezbollah. A morte gerou revolta do grupo armado, também apoiado pelo Irã, que promete resposta intensa.

A escalada do conflito ainda pode ser pior, resultando em uma guerra em toda a região, com apoio de Iêmen, Iraque e Síria, todos aliados do Irã, que estariam incomodados com os recentes atos de violência de Israel.

As tensões levaram diferentes nações ao redor do globo ecoarem um pedido de cessar-fogo. As negociações se iniciaram nesta quinta-feira, no Qatar, mas ainda não tem presença do Hamas confirmadas. O Irã, principal componente dessa atual tensão, rejeito o pedido e insiste ser seu direito responder à violência de Israel.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, escreveu na rede social X que o país está em “alerta máximo”.

Israel participa da negociação, mas não freou os bombardeios. No final de semana, um ataque a uma escola em Gaza, que servia de refugio temporário para palestinos, causou repúdio da comunidade internacional. O Brasil assinou uma condenação ao movimento feito por Israel na guerra.

O aumento das tensões na região levou os governos ocidentais a desaconselharem viagens ao Líbano e a preparar evacuações de seus cidadãos caso ecloda uma guerra em grande escala.

Edições digital e impressa
 
 

Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.

Concordo