Movimentos fazem ato em Brasília contra o despejo e pelo direito à moradia
De acordo com nota da campanha Despejo Zero, o “cenário do Distrito Federal é lamentável. São 836 famílias despejadas ou ameaçadas de remoção na pandemia. Destas, 216 foram despejadas mais de uma vez neste período”.
De acordo com nota da campanha Despejo Zero, o “cenário do Distrito Federal é lamentável. São 836 famílias despejadas ou ameaçadas de remoção na pandemia. Destas, 216 foram despejadas mais de uma vez neste período”.
Por Redação, com Brasil de Fato - de Brasília
A Campanha Despejo Zero, movimentos e organizações populares se reuniram nesta quinta-feira em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para protestarem contra os despejos e pelo direito à moradia.
No DF, 836 famílias foram despejadas ou ameaçadas de remoção na pandemia. Destas, 216 foram despejadas mais de uma vez neste período
A manifestação, também tem como objetivo denunciar o descumprimento da medida cautelar da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828 no Supremo Tribunal Federal (STF), que determina a suspensão de despejos em todo o território nacional, a “fim de resguardar a saúde das famílias por sua manutenção em suas respectivas habitações durante o curso da pandemia”.
Além disso, as organizações vão solicitar a prorrogação da decisão, uma vez que a medida cautelar tem vigência até 31 de março.
De acordo com nota da campanha Despejo Zero, o “cenário do Distrito Federal é lamentável. São 836 famílias despejadas ou ameaçadas de remoção na pandemia. Destas, 216 foram despejadas mais de uma vez neste período”.
Habitacional popular
A campanha informa ainda que 840 famílias estão com os despejos suspensos, “graças a ações da Defensoria Pública do DF, com respaldo na ADPF 828. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, gasta milhões com seus tratores nas derrubadas, ao invés de investir em política habitacional popular” destaca.
No ato, está confirmada a presença de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) e Central de Movimentos Populares (CMP).