Rio de Janeiro, 06 de Fevereiro de 2026

Maioria dos brasileiros concorda que, com Lula, a vida melhorou

Pesquisa revela que 37,6% dos brasileiros acreditam que a situação dos mais pobres melhorou durante o governo Lula. Descubra mais sobre as percepções financeiras no país.

Sábado, 31 de Janeiro de 2026 às 17:07, por: CdB

De acordo com o recorte voltado à população de menor renda, 37,6% dos entrevistados afirmam que a situação dos mais pobres melhorou ao longo do atual governo.

Por Redação – de São Paulo

A situação financeira da população mais pobre do Brasil melhorou, na percepção de uma parcela majoritária dos brasileiros, segundo um levantamento de alcance nacional divulgado neste sábado pelo instituto Paraná Pesquisas. Os dados indicam que mais da metade dos eleitores brasileiros avalia que houve avanço nas condições de vida dos segmentos mais vulneráveis durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Maioria dos brasileiros concorda que, com Lula, a vida melhorou | Mais brasileiros passaram a trabalhar e melhorar de vida, no atual governo
Mais brasileiros passaram a trabalhar e melhorar de vida, no atual governo

De acordo com o recorte voltado à população de menor renda, 37,6% dos entrevistados afirmam que a situação dos mais pobres melhorou ao longo do atual governo. Em sentido oposto, 31,5% consideram que houve piora nas condições econômicas desse grupo, enquanto 27,6% dizem que o cenário permaneceu igual, sem mudanças perceptíveis no período analisado.

 

Percepções

A pesquisa também aferiu a avaliação geral dos brasileiros sobre a própria situação financeira. Nesse caso, os resultados mostram um quadro de maior equilíbrio entre percepções negativas, positivas e de estabilidade. Para 31,1% dos entrevistados, a condição financeira pessoal piorou durante o governo Lula. Outros 30,1% afirmam que houve melhora, enquanto 37,2% dizem não ter percebido alterações relevantes

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08254/2026 e ouviu 2.080 pessoas em todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas entre os dias 25 e 28 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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