Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2025

Forças em confronto no Iêmen se acusam de violar trégua em cidade portuária

Moradores relataram bombardeios durante quase uma hora na noite de terça-feira, o primeiro dia da trégua, nos arredores leste e sul da cidade controlada pelos houthis, que é uma fonte de suprimentos para milhões. A localidade estava calma nesta quarta-feira.

Quarta, 19 de Dezembro de 2018 às 09:16, por: CdB

Moradores relataram bombardeios durante quase uma hora na noite de terça-feira, o primeiro dia da trégua, nos arredores leste e sul da cidade controlada pelos houthis, que é uma fonte de suprimentos para milhões. A localidade estava calma nesta quarta-feira.

Por Redação, com Reuters - de Áden

As forças que estão em conflito no Iêmen acusaram umas às outras de violar um cessar-fogo em Hodeidah, mediado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para evitar um ataque de larga escala na vital cidade portuária e abrir caminho negociações de paz no país.
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Visão geral da cidade de Hodeidah, Iêmen
Moradores relataram bombardeios durante quase uma hora na noite de terça-feira, o primeiro dia da trégua, nos arredores leste e sul da cidade controlada pelos houthis, que é uma fonte de suprimentos para milhões. A localidade estava calma nesta quarta-feira.

ONU

A ONU deve convocar o grupo houthi, alinhado ao Irã, e o governo do Iêmen, apoiado pela Arábia Saudita, para debater em teleconferência nesta quarta-feira a retirada de tropas da cidade de Hodeidah e de três portos, sob o acordo de trégua firmado em conversas lideradas pela ONU na Suécia na semana passada, a primeira em mais de dois anos. A televisão Al-Masirah, controlada pelos houthis, acusou forças da coalizão liderada por Riad de violarem a trégua bombardeando vários locais, inclusive áreas a leste do aeroporto. Enquanto isso, a agência de notícias WAM, dos Emirados Árabes Unidosm, citou uma fonte iemenita afirmando que os houthis dispararam morteiros e foguetes contra o hospital 22 de Maio, nos subúrbios do leste. Pelos termos do cessar-fogo, monitores internacionais seriam enviados e todas as forças armadas se retirariam da região 21 dias após o início da trégua.
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