Segundo a imprensa britânica, autoridades do Reino Unido e dos Estados Unidos adotaram medidas adicionais de proteção para a viagem.
Por Redação, com ANSA – de Washington, Londres
O rei Charles III iniciou nesta segunda-feira uma visita de quatro dias aos Estados Unidos, em meio a um esquema de segurança reforçado, após a tentativa frustrada de assassinato do presidente norte-americano, Donald Trump, durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, no último fim de semana.

Segundo a imprensa britânica, autoridades do Reino Unido e dos Estados Unidos adotaram medidas adicionais de proteção para a viagem, que inclui compromissos oficiais em Washington e Nova York, além de eventos militares e diplomáticos ao longo da semana.
O embaixador britânico em Washington, Christopher Turner, afirmou que “todas as medidas de segurança apropriadas foram tomadas” para garantir a proteção de Charles III e da rainha Camilla durante a agenda.
A visita prevê uma recepção oficial na Casa Branca, com encontro entre Trump e o rei no Salão Oval, além de um jantar de Estado. Também está previsto um discurso de Charles III no Congresso dos EUA, um dos momentos centrais da viagem diplomática.
A programação inclui ainda cerimônias militares com honras de Estado, uma visita ao Memorial do 11 de Setembro, em Nova York, e encontros com autoridades locais, incluindo o prefeito Zohran Mamdani.
Virgínia
Em seguida, o casal real irá para a Virgínia, onde participará de eventos em comemoração ao 250º aniversário da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Uma cerimônia de despedida está prevista para a próxima quinta-feira.
Logo depois, o rei e a rainha viajarão para as Bermudas, território ultramarino britânico, para uma visita de dois dias antes de retornarem ao Reino Unido.
A expectativa do governo do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, é de que a visita contribua para fortalecer o futuro da chamada “relação especial” entre os dois países, que, segundo autoridades, atravessa um de seus momentos mais delicados desde a Crise de Suez, em 1956.