Rio de Janeiro, 04 de Setembro de 2026

Rússia reforça proibição de importação de alimentos da União Europeia

A parte europeia anunciou recentemente o prolongamento por mais meio ano das sanções económicas impostas a Moscou, alegando como motivo a suposta participação da Rússia no conflito ucraniano. Essa decisão não foi surpresa. Moscou aprovou uma resposta simétrica.

Quarta, 24 de Junho de 2015 às 08:41, por: CdB
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A Rússia aumentou o período da vigência das novas sanções impostas aos produtores
  A parte europeia anunciou recentemente o prolongamento por mais meio ano das sanções económicas impostas a Moscou, alegando como motivo a suposta participação da Rússia no conflito ucraniano. Essa decisão não foi surpresa. Moscou aprovou uma resposta simétrica. A Rússia aumentou o período da vigência das novas sanções impostas aos produtores europeus em resposta às sanções estabelecidas pelas autoridades da União Europeia e EUA por mais um ano. O ministro da Agricultura da Rússia declarou que os alimentos importados de países terceiros serão verificados de forma muito rigorosa, a fim de evitar que as restrições introduzidas pela Rússia relativas às importações (provenientes da União Europeia) sejam contornadas. - A Rússia irá introduzir exigências mais rigorosas relativamente às regras de importação de produtos alimentares provenientes de países terceiros em conformidade com a proibição de importação atual, para tapar todas as lacunas na lei e impedir as importações ilegais provenientes da União Europeia - disse o ministro da Agricultura russo Alexandr Tkachev. - A lista de importação está atualmente sendo discutida e eu suponho que não será ampliada. Nós vamos provavelmente fazer algumas correções com o objetivo de evitar que produtos provenientes de países que apoiam as sanções econômicas contra a Rússia cheguem ao nosso país. Para que eles não possam de nenhuma maneira ser introduzidos em território russo através de lacunas na lei ou quaisquer esquemas (fraudulentos)  - disse Tkachev. É evidente que as sanções impostas à Rússia pelos países europeus, sob a pressão dos EUA, não funcionam no sentido que os Estados Unidos gostariam.
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