Neste domingo, a agência britânica de notícias BBC citou um advogado norte-americano dizendo que uma mulher alegou ter sido enviada, quando tinha 20 e poucos anos, por Epstein ao Reino Unido para um encontro sexual com Andrew.
Por Redação, com Reuters – de Londres
O ex-príncipe Andrew deverá depor perante uma comissão do Congresso norte-americano, se depender da autorização do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, após novas revelações sobre sua ligação com o falecido financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein. Novos documentos relacionados a Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA na semana passada, incluem e-mails que mostram o irmão do rei Charles mantendo contato regular com o financista por mais de dois anos após ele ter sido considerado culpado de crimes sexuais contra crianças.

Neste domingo, a agência britânica de notícias BBC citou um advogado norte-americano dizendo que uma mulher alegou ter sido enviada, quando tinha 20 e poucos anos, por Epstein ao Reino Unido para um encontro sexual com Andrew, que teria ocorrido em 2010 em uma propriedade real no Castelo de Windsor.
Alegações
Os representantes de Andrew, que sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein, não responderam imediatamente a um pedido de comentário da agência inglesa de notícias Reuters sobre a reportagem da BBC.
A Reuters também solicitou um comentário do advogado norte-americano Brad Edwards, do escritório Edwards Henderson, que fez as alegações em nome da mulher não identificada. Conforme a BBC, a mulher não era britânica.
Em vários e-mails, Epstein e Andrew discutem mulheres que o financista propõe colocar em contato com o príncipe. Em um dos e-mails, Epstein se ofereceu para levar três mulheres ao Palácio de Buckingham. A notícia foi estampada nas primeiras páginas dos tabloides britânicos, neste domingo.