Pokemon Go foi criado pela Niantic, uma cisão do Google no ano passado, e pela Pokemon Company. A Nintendo detém um terço da Pokemon Company e tem participações não reveladas na Niantic,
Por Redação, com Reuters - de Tóquio:
As ações da Nintendo dispararam de novo nesta segunda-feira, o que conferiu um incremento ao valor de mercado da companhia de US$ 7,5 bilhões em apenas dois dias, com investidores comemorando o sucesso do título Pokemon GO, o primeiro título da empresa no mercado de jogos para dispositivos móveis.
O game combina a franquia de 20 anos com realidade aumentada
O game combina a franquia de 20 anos com realidade aumentada, permitindo aos jogadores andarem pela vizinhança enquanto buscam personagens Pokemon na tela de seus celulares.
Nos Estados Unidos, até 8 de julho, dois dias depois do lançamento, o game já estava instalado em mais de 5 % da base de dispositivos Android do país, segundo a empresa de análise de dados SimilarWeb.
O jogo está agora instalado em mais celulares Android que o aplicativo de paquera Tinder e a taxa de usuários ativos diários estava empatada com a da rede social Twitter, segundo a SimilarWeb. O game está sendo jogado uma média de 43 minutos por dia, ou mais tempo que o gasto nos aplicativos WhatsApp ou Instagram, do Facebook.
As ações da Nintendo acumularam valorização de 36% desde o encerramento de quinta. Nesta segunda-feira, o papel encerrou com alta de 24,5 %.
Pokemon Go foi lançado nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. Lançamentos em outros países, incluindo o Japão, um dos maiores mercados para videogames, devem ocorrer em breve.
O game, porém, não será uma fonte de lucro imediado para a Nintendo. O título é gratuito e a Nintendo não é a única investidora ou criadora do game.
Pokemon Go foi criado pela Niantic, uma cisão do Google no ano passado, e pela Pokemon Company. A Nintendo detém um terço da Pokemon Company e tem participações não reveladas na Niantic, que já desenvolveu um jogo similar de realidade aumentada em 2012.
Panasonic
A japonesa Panasonic disse que espera que a forte demanda por baterias de íon de lítio pela Tesla Motors ajude a mais do que dobrar suas vendas anuais de baterias para carros em três anos.
Kenji Tamura, um executivo encarregado dos negócios automotivos e sistemas industriais da Panasonic, disse esperar que as vendas anuais de baterias para carros elétricos da empresa aumentem para 400 bilhões de ienes (US$ 3,98 bilhões) no ano fiscal até março 2019 de 180 bilhões de ienes no ano encerrado em março de 2016.
A empresa estima que as vendas combinadas anuais de baterias de automóveis elétricos e produtos de armazenamento de energia cresçam para 500 bilhões de ienes, cerca de 2,5 vezes as vendas no último ano fiscal, disse.
Tamura também afirmou que a Panasonic planejava antecipar seu investimento de US$ 1,6 bilhão de na fábrica de US$ 5 bilhões da Tesla, a "Gigafactory", no Estado de Nevada, nos Estados Unidos, a pedido do fabricante de carros elétricos, para atender fortes encomendas do próximo sedã da marca, o Model 3.
A Panasonic é a fornecedora exclusiva de baterias para o Model 3, primeiro carro da Tesla voltado ao mercado de massa.
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