Rio de Janeiro, 03 de Agosto de 2026

Paolla Oliveira relata deepfakes pornôs com IA

Atriz de 44 anos afirmou que criminosos usam seu rosto em imagens e vídeos falsos de teor sexual e em declarações que nunca fez.

Segunda, 03 de Agosto de 2026 às 11:24, por: CdB

Atriz de 44 anos afirmou que criminosos usam seu rosto em imagens e vídeos falsos de teor sexual e em declarações que nunca fez.

Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro

Paolla Oliveira denunciou o uso de inteligência artificial para criar imagens e vídeos falsos com sua identidade. A atriz, de 44 anos, afirmou que tem sido alvo recorrente de montagens produzidas sem sua autorização e que circulam na internet.

Paolla Oliveira

Em entrevista ao programa Fantástico, da Globo, exibida no domingo, Paolla relatou que criminosos utilizam seu rosto para produzir conteúdos de teor sexual. O material manipulado é criado para simular situações que nunca aconteceram com a atriz.

A artista também revelou que as falsificações vão além dos conteúdos pornográficos. Segundo Paolla, ferramentas de inteligência artificial são usadas para criar gravações que simulam declarações que ela jamais fez.

Atriz alerta

A denúncia chama atenção para o avanço dos chamados deepfakes, tecnologia capaz de manipular imagens, vídeos e áudios para reproduzir de forma artificial a aparência ou a voz de uma pessoa.

No caso de Paolla Oliveira, as montagens utilizam a imagem da atriz sem autorização e podem induzir o público ao erro. A prática também levanta preocupações sobre os impactos da inteligência artificial na privacidade e na segurança de pessoas públicas.

A atriz destacou a gravidade do problema ao relatar que sua imagem vem sendo utilizada em conteúdos falsos de natureza sexual. A circulação desse tipo de material pode provocar danos à reputação e à vida pessoal das vítimas.

Deepfakes

A utilização indevida da imagem de celebridades em conteúdos manipulados tem se tornado um dos principais desafios relacionados ao avanço das ferramentas de inteligência artificial.

Além de vídeos com teor sexual, a tecnologia pode ser empregada para fabricar falas e situações inexistentes, dificultando a distinção entre conteúdos reais e falsificados. A denúncia de Paolla Oliveira reforça o alerta sobre os riscos desse tipo de prática no ambiente digital.

O caso também evidencia a necessidade de ampliar a conscientização sobre o uso responsável da inteligência artificial e sobre mecanismos de proteção para vítimas de conteúdos produzidos e compartilhados sem consentimento.

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