Carga ilegal do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 foi encontrada em Nova Iguaçu e seria distribuída no Rio e Região Metropolitana.
Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro
Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam cerca de 200 mil figurinhas falsificadas do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026. A ação aconteceu na quinta-feira, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Além das figurinhas irregulares, os agentes também encontraram milhares de camisas falsificadas da seleção brasileira de futebol. Todo o material estava escondido no compartimento de carga de um ônibus interceptado durante a operação.
De acordo com a Polícia Civil, os produtos seriam distribuídos na cidade do Rio de Janeiro e em outros municípios da Região Metropolitana. A investigação foi iniciada após um trabalho de inteligência da especializada.
Pirataria
A ação faz parte de uma ofensiva da DRCPIM para impedir a entrada de produtos falsificados no mercado formal fluminense. Segundo os investigadores, a comercialização desse tipo de mercadoria gera prejuízos financeiros e alimenta esquemas criminosos de distribuição clandestina.
Os materiais apreendidos passarão por perícia técnica antes de serem destruídos. Após a conclusão da análise, as figurinhas e demais itens falsificados serão inutilizados pelas autoridades.
A Polícia Civil informou ainda que as investigações continuam para identificar os responsáveis pela fabricação, transporte e distribuição dos produtos piratas no estado do Rio de Janeiro.
Carga ilegal seria espalhada pela Região Metropolitana.
As autoridades acreditam que o esquema abasteceria diversos pontos de venda populares no Grande Rio, aproveitando a procura crescente por produtos ligados à Copa do Mundo de 2026.
A apreensão em Nova Iguaçu reforça a preocupação das forças de segurança com o avanço da pirataria esportiva no estado, especialmente em períodos de grande apelo comercial envolvendo a seleção brasileira e competições internacionais.
A DRCPIM segue realizando ações de fiscalização e monitoramento para combater crimes contra a propriedade imaterial e evitar a circulação de mercadorias falsificadas no mercado fluminense.