Rio de Janeiro, 01 de Setembro de 2026

Lava Jato: PF entrega mais 22 obras de arte apreendidas a museu em Curitiba

O Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, recebeu nesta terça-feira mais uma remessa de obras de arte apreendidas durante a operação Lava Jato. De acordo com a Polícia Federal, 22 peças foram entregues ao museu.

Terça, 11 de Agosto de 2015 às 08:21, por: CdB

Por Redação, com ABr - de Brasília: O Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, recebeu nesta terça-feira mais uma remessa de obras de arte apreendidas durante a operação Lava Jato. De acordo com a Polícia Federal, 22 peças foram entregues ao museu, que já abriga obras aprrendidas com o empresário Zwi Skornicki e a doleira Nelma Kodama, dois investigados na Lava Jato.

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As obras foram transportadas do Rio de Janeiro para Curitiba por uma empresa especializada e ficarão sob custódia do museu
  Em março, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jata na primeira instância, autorizou que as 131 obras de arte apreendidas na casa do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque fossem transferidas para o Museu Oscar Niemeyer. Para o Moro, as obras podem garantir o ressarcimento pelos crimes cometidos pelo ex-diretor. As obras foram transportadas do Rio de Janeiro para Curitiba por uma empresa especializada e ficarão sob custódia do museu. Do acervo de obras apreendias constam quadros de Salvador Dalí, Romero Britto, Aldemir Martins e Claudio Tozzi.

Investigado na Lava Jato

O empresário Hamylton Padilha fechou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) no qual se comprometeu a pagar multa de R$ 70 milhões para ressarcir a Petrobras. Padilha é um dos seis investigados na Operação Lava Jato que se tornaram réus na segunda-feira, por decisão do juiz federal Sérgio Moro. De acordo com o termo de colaboração assinado com a força-tarefa do MPF, o empresário terá pena máxima de oito anos de prisão, período que poderá ser substituído por pena de dois a cinco anos em regime domiciliar. Em troca, o empresário deverá fornecer informações aos investigadores sobre o funcionamento do esquema de pagamento de propina. Moro aceitou denúncia do MPF contra o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada e mais cinco pessoas. Agora réus, eles são acusados dos crimes de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
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