A jovem participava de uma trilha no Monte Rinjani, um dos destinos turísticos mais conhecidos da Indonésia, quando caiu em uma área de precipício.
Por Redação, com Agenda do Poder – do Rio de Janeiro
Um ano após a morte de Juliana Marins, de 26 anos, durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, o pai da jovem, Manoel Marins, e a irmã, Mariana, publicaram homenagens nas redes sociais para lembrar a data e compartilhar reflexões sobre o período de luto vivido pela família.

Manoel escreveu que junho passou a representar um marco doloroso em sua vida e relatou que voltou a reviver as lembranças da tragédia após ser questionado por um amigo sobre como enfrenta a perda.
– Neste mês, completa um ano do pior acontecimento das nossas vidas. Confesso que minha mente, numa atitude de autoproteção, tinha desligado o interruptor dessa memória. Até que foi despertada pela mensagem de um amigo, perguntando como eu estava. Naquele momento, as memórias voltaram e me assombraram como um fantasma. Certamente, eu preferia não lembrar, ao menos por enquanto. Seria bom se eu despertasse pra esse fato somente no (des) aniversário do dia fatídico.
A irmã da jovem, Mariana Marins, também se manifestou nas redes sociais. Ela contou que Juliana morreu justamente no dia de seu aniversário, o que transformou a data em um momento especialmente difícil para a família.
– Algumas datas têm disso…Elas nunca mais voltam a ser o que eram. E cabe a nós tentar reinventar uma forma mais leve de encontrar esses dias sem surtar – escreveu.
Relembre o caso
Natural de Niterói, Juliana Marins viajava pela Ásia quando sofreu o acidente. A jovem participava de uma trilha no Monte Rinjani, um dos destinos turísticos mais conhecidos da Indonésia, quando caiu em uma área de precipício.
O acidente aconteceu em 21 de junho e deu início a uma operação de buscas que mobilizou equipes de resgate durante vários dias. Em 24 de junho, a família confirmou que a brasileira havia sido encontrada sem vida.
De acordo com os socorristas, Juliana estava a cerca de 650 metros abaixo da trilha, em uma região de difícil acesso do vulcão.