Rio de Janeiro, 21 de Setembro de 2026

Exército testa defesa contra ataques cibernéticos

O simulado é promovido pelo Comando de Defesa Cibernética da força, em parceria com a Marinha e a Força Aérea Brasileira (FAB).

Segunda, 21 de Setembro de 2026 às 10:56, por: CdB

O simulado é promovido pelo Comando de Defesa Cibernética da força, em parceria com a Marinha e a Força Aérea Brasileira (FAB).

Por Redação, com ABr – de Brasília

O Exército brasileiro coordena, esta semana, exercício, com o objetivo de preparar o país para o enfrentamento de ataques cibernéticos.

Ação ocorre no Rio, Manaus, Belém, Recife, São Paulo e Curitiba

O simulado é promovido pelo Comando de Defesa Cibernética da força, em parceria com a Marinha e a Força Aérea Brasileira (FAB).

A ação ocorre, entre esta segunda e a próxima sexta-feira, simultaneamente em Brasília e em outras seis cidades:

Rio de Janeiro;

Manaus;

Belém;

Recife;

São Paulo;

Curitiba.

É a oitava edição do exercício, chamado de Guardião Cibernético, que integrará as forças armadas, órgãos governamentais, órgãos reguladores e operadores de infraestruturas estratégicas como abastecimento de água, energia, telecomunicações e mercado financeiro. Serão mais de 1,3 mil participantes de 300 organizações, além de representantes de outros 14 países.

Os participantes do exercício enfrentarão cenários de ataques complexos e coordenados em sistemas digitais semelhantes aos usados pelas organizações envolvidas no simulado. A ideia é fortalecer o sistema nacional, validando planos de contingência diante desses ataques cibernéticos.

Cibernética

De acordo com o Exército, a cibernética é um dos três setores estratégicos definidos pela Estratégia Nacional de Defesa (END). O segmento envolve os sistemas informatizados que operam computadores, rádios e radares, além de carros de combate e defesa antiaérea.

“Ao reunir diversas instituições civis e militares, o Exercício Guardião Cibernético torna-se como um marco de preparação e integração, reafirmando a importância do compromisso coletivo com a segurança e a soberania nacional”, informa o Exército, por meio de nota. 

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