Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

EI admite morte de um de seus líderes

O Estado Islâmico admitiu pela primeira vez a morte de um de seus líderes, Omar, conhecido como "O Checheno" e considerado o

Quinta, 14 de Julho de 2016 às 10:14, por: CdB

Omar foi dado como morto em várias ocasiões pelos Estados Unidos, sendo a última em março deste ano

Por Redação, com agências internacionais - de Beirute/Moscou:   O Estado Islâmico admitiu pela primeira vez a morte de um de seus líderes, Omar, conhecido como "O Checheno" e considerado o "ministro da guerra" do grupo extremista. A morte do jihadista, que já tinha sido anunciada pelos Estados Unidos, foi confirmada nesta quinta-feira pela agência de notícias Amaq, próxima à organização sunita.
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O Estado Islâmico admitiu pela primeira vez a morte de um de seus líderes, Omar, conhecido como "O Checheno"
A notícia também foi comentada pelo portal Site, especializado em monitoramento de atividade terrorista na web. "Omar al-Shishani morreu como um mártir na cidade de al-Shirqat, perto de Mosul, em uma tentativa de interromper a campanha militar contra o Estado Islâmico no Iraque", disse a agência, confirmando as informações divulgadas pelo Pentágono. Omar foi dado como morto em várias ocasiões pelos Estados Unidos, sendo a última em março deste ano. Originário da Georgia, sua captura valia uma recompensa de US$ 5 milhões.

Árabes-israelenses

Dois árabes-israelenses residentes da cidade de Nazaré, no norte de Israel, foram acusados por um tribunal do distrito de apoiar e planejar se juntar ao grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico).

Mahmoud Abdel Fatah, de 24 anos, foi acusado de ter contato com um agente estrangeiro e ter apoiar o Daesh.

De acordo com a acusação, Fatah utilizou a Internet para acompanhar páginas relacionadas à organização jihadista e para se comunicar com outros de seus seguidores para estudar a possibilidade de aderir ao Estado Islâmico na Síria. Já Arbiai Ashraf, de 35 anos, foi acusado formalmente de crimes relacionados com armas e por "apoiar uma organização terrorista". A acusação afirma que Arbiai possui símbolos pró-Daesh e fotografias ligadas ao grupo jihadista e outras pessoas que planejavam se juntar à organização para combater na Síria.

Rússia recomeça ataques

Seis bombardeiros russos Tu-22M3 atacaram na quinta-feira posições do Daesh, diz o Ministério da Defesa da Rússia.

– Nesta quinta-feira, seis bombardeiros russos de longo curso Tu-22M3 decolaram de um aeródromo situado na Federação da Rússia e efetuaram um segundo ataque concentrado contra posições do Daesh recentemente detetadas na região a leste de Palmira, bem como nas cidades de Es-Suhne, Arak e estação do transvasamento de petróleo T-3, na província de Homs – se diz na declaração.

Em resultado foram eliminados um posto de comando, um acampamento da organização terrorista do Daesh, duas refinarias e uma quantidade significativa de homens e maquinaria do grupo, diz o Ministério da Defesa russo.

Desde 12 de julho os caças da Força Aeroespacial da Rússia fizeram mais de 50 ataques nesta região contra militantes e equipamento do grupo terrorista.
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