Omar foi dado como morto em várias ocasiões pelos Estados Unidos, sendo a última em março deste ano
Por Redação, com agências internacionais - de Beirute/Moscou: O Estado Islâmico admitiu pela primeira vez a morte de um de seus líderes, Omar, conhecido como "O Checheno" e considerado o "ministro da guerra" do grupo extremista. A morte do jihadista, que já tinha sido anunciada pelos Estados Unidos, foi confirmada nesta quinta-feira pela agência de notícias Amaq, próxima à organização sunita.Árabes-israelenses
Dois árabes-israelenses residentes da cidade de Nazaré, no norte de Israel, foram acusados por um tribunal do distrito de apoiar e planejar se juntar ao grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico).
Mahmoud Abdel Fatah, de 24 anos, foi acusado de ter contato com um agente estrangeiro e ter apoiar o Daesh.
De acordo com a acusação, Fatah utilizou a Internet para acompanhar páginas relacionadas à organização jihadista e para se comunicar com outros de seus seguidores para estudar a possibilidade de aderir ao Estado Islâmico na Síria. Já Arbiai Ashraf, de 35 anos, foi acusado formalmente de crimes relacionados com armas e por "apoiar uma organização terrorista". A acusação afirma que Arbiai possui símbolos pró-Daesh e fotografias ligadas ao grupo jihadista e outras pessoas que planejavam se juntar à organização para combater na Síria.Rússia recomeça ataques
Seis bombardeiros russos Tu-22M3 atacaram na quinta-feira posições do Daesh, diz o Ministério da Defesa da Rússia.
– Nesta quinta-feira, seis bombardeiros russos de longo curso Tu-22M3 decolaram de um aeródromo situado na Federação da Rússia e efetuaram um segundo ataque concentrado contra posições do Daesh recentemente detetadas na região a leste de Palmira, bem como nas cidades de Es-Suhne, Arak e estação do transvasamento de petróleo T-3, na província de Homs – se diz na declaração.
Em resultado foram eliminados um posto de comando, um acampamento da organização terrorista do Daesh, duas refinarias e uma quantidade significativa de homens e maquinaria do grupo, diz o Ministério da Defesa russo.
Desde 12 de julho os caças da Força Aeroespacial da Rússia fizeram mais de 50 ataques nesta região contra militantes e equipamento do grupo terrorista.