A análise mostra que a eficácia da vacina na prevenção de hospitalização e morte continua alta, em 90%, por pelo menos seis meses, mesmo contra a variante Delta do coronavírus, que é altamente contagiosa.
Por Redação, com Reuters - de Nova York/São Paulo
A eficácia da vacina da Pfizer e da BioNTech na prevenção de infecções pelo coronavírus caiu de 88% para 47% seis meses após a segunda dose, de acordo com dados publicados na segunda-feira que foram avaliados pelas agências sanitárias dos Estados Unidos na decisão sobre a necessidade de doses de reforço.Os dados
Os dados sugerem que a queda na prevenção de casos sintomáticos se dá por conta da diminuição da eficácia, e não por conta de variantes mais contagiosas, disseram os pesquisadores.Cientistas da Pfizer e da operadora de planos de saúde Kaiser Permanente estudaram os registros de saúde de cerca de 3,4 milhões de pessoas que eram membros da Kaiser Permanente do sul da Califórnia entre dezembro de 2020, quando a vacina se tornou disponível pela primeira vez, e agosto de 2021.
– Nossa análise específica das variantes claramente demonstra que a vacina (Pfizer/BioNTech) é eficaz contra todas as variantes, incluindo a Delta – disse Luis Jodar, vice-presidente sênior e diretor médico da divisão de vacinas da Pfizer.
A eficácia da vacina contra a variante Delta foi de 93% após o primeiro mês, caindo para 53% após quatro meses. Contra outras variantes do coronavírus, a eficácia caiu de 97% para 67%.
Questões logísticas
Pousaram no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) os três voos previstos para a manhã de domingo que trouxeram doses da vacina ComiRNAty contra a covid-19. Os três lotes entregues totalizam 2,895.750 milhões de doses do contrato que prevê 100 milhões de doses da vacina contra covid-19 da Pfizer entregues ao Brasil.
