Rio de Janeiro, 25 de Maio de 2026

Desabamento nas Filipinas mata quatro e deixa 17 desaparecidos

Um prédio de nove andares desabou em Angeles City, Filipinas, resultando em quatro mortes e 17 desaparecidos. Equipes de resgate trabalham para encontrar sobreviventes.

Segunda, 25 de Maio de 2026 às 10:33, por: CdB

Estrutura de nove andares cedeu perto de Manila, atingiu hotel vizinho e mobiliza equipes de resgate em busca de sobreviventes sob os escombros.

Por Redação, com OESP – de Manila

O desabamento de um prédio em construção perto da capital das Filipinas deixou quatro mortos e ao menos 17 desaparecidos, informaram as autoridades nesta segunda-feira.

Desabamento nas Filipinas mata quatro e deixa 17 desaparecidos | Uma vista aérea mostra os escombros de um prédio que desabou em 24 de maio de 2026 em Angeles, província de Pampanga, Filipinas
Uma vista aérea mostra os escombros de um prédio que desabou em 24 de maio de 2026 em Angeles, província de Pampanga, Filipinas

A estrutura de nove andares cedeu no domingo em Angeles City, ao norte de Manila, atingindo um hotel vizinho e provocando a morte de um hóspede de origem malaia.

Dois operários que haviam sido encontrados vivos sob os escombros morreram durante as tentativas de resgate, segundo autoridades locais.

– O primeiro dos dois foi retirado com vida, mas infelizmente não resistiu. Os médicos não conseguiram reanimá-lo – afirmou à agência francesa de notícias Agence France-Presse (AFP) a porta-voz regional do corpo de bombeiros, Maria Leah Sajili.

Segundo ela, o outro trabalhador sofreu uma parada cardíaca ainda preso sob os destroços, o que impediu atendimento imediato.

Equipes de resgate retiraram ainda outro corpo dos escombros nesta segunda-feira, mas as autoridades disseram que ainda não foi possível identificar a vítima.

O número oficial de desaparecidos permanece em 17, a maioria trabalhadores da construção civil que dormiam no local no momento do acidente.

As causas do desabamento ainda são desconhecidas.

De acordo com as autoridades, cerca de 70 pessoas trabalhavam na obra, embora grande parte tivesse deixado o local por causa do fim de semana.

Resgate

As operações de resgate continuam com o uso de scanners térmicos para detectar possíveis sinais de vida sob os escombros.

Segundo Sajili, o trabalho exige cautela extrema porque qualquer movimentação pode provocar novos deslizamentos da estrutura e colocar em risco sobreviventes e socorristas.

Caso não sejam encontrados mais sobreviventes, máquinas pesadas serão usadas para remover os destroços e recuperar os corpos.

 

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