A direção do Jardim Zoológico de São Paulo afastou 15 funcionários devido às 56 mortes de animais registradas desde o dia 24 de janeiro. Eles cuidam da alimentação dos bichos. A polícia tem 40 suspeitos, entre funcionários e freqüentadores do zôo, mas focaliza as investigações em cinco deles.
Do total de animais mortos, 35 eram porcos-espinhos. Conforme o telejornal Bom Dia São Paulo, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Turismo, João Carlos Meireles, responsável pelo zôo, disse que os animais envenenados serão substituídos gradualmente. Ele classificou como assassinos os responsáveis pelas mortes.
Segundo exames toxicológicos feitos pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu, em todos animais mortos foi encontrada a substância fluoracetato de sódio, presente em veneno para ratos proibido no Brasil.