Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, há uma certa inglesa que não está agradando muito. Yoko Ono, viúva do ex-Beatle John Lennon pediu que a estréia mundial do documentário sobre John Lennon Three days in the life (três dias na vida, em tradução livre) fosse cancelada. Os advogados de Yoko Ono pediram o cancelamento sob a alegação de que Yoko não havia autorizado a exibição pública do filme. A sessão estava marcada para esta terça, no colégio Berwick Academy, em Maine (EUA).
O diretor da escola, Hap Ridgway, disse que sua preocupação inicial de controlar a multidão de alunos ansiosos se transformou na apreensão de que o filme nunca será exibido por ali, depois de ter recebido uma chuva de ligações e e-mails dos advogados de Yoko na noite de segunda-feira.
- Certamente, esperamos que os dois lados se reúnam -, disse ele à imprensa local.
O produtor executivo do documentário, Ray Thomas, transformou horas de filmagens brutas feitas no apartamento de Lennon em um filme de 2 horas que cobre um ponto crucial da carreira do ex-Beatle.
As filmagens foram feitas pelo ex-marido de Yoko, Tony Cox, em três dias de fevereiro de 1970, dois meses antes da separação dos Beatles.
O produtor Thomas e seu parceiro, John Fallon, não conseguiram que a viúva concedesse um termo de autorização para a exibição do filme. Os advogados dela afirmam que ela detém os direitos de copyright do filme.
Por isso, os produtores decidiram fazer exibições gratuitas em escolas e faculdades. Mas os advogados de Yoko disseram que até isso era proibido, o que impediu o colégio Berwick Academy de exibir o filme.
O documentário bruto de Cox foi vendido em 2000 a Fallon, Thomas e o empresário Bob Grenier por US$ 1 milhão.
Yoko Ono proíbe exibição de documentário sobre John Lennon
Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, há uma certa inglesa que não está agradando muito. Yoko Ono, viúva do ex-Beatle John Lennon pediu que a estréia mundial do documentário sobre John Lennon Three days in the life (três dias na vida, em tradução livre) fosse cancelada. Os advogados de Yoko Ono pediram o cancelamento sob a alegação de que Yoko não havia autorizado a exibição pública do filme. A sessão estava marcada para esta terça, no colégio Berwick Academy, em Maine (EUA). (Leia Mais)
Quarta, 07 de Março de 2007 às 13:36, por: CdB