Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Windows apresenta sinais de fadiga enquanto Microsoft mira computação na nuvem

O principal componente do lucro da Microsoft, a venda do sistema operacional Windows e do pacote de aplicativos Office, está mostrando sinais de fadiga e investidores estão preocupados de que a guinada para a computação na nuvem não esteja compensando isso.

Terça, 27 de Janeiro de 2015 às 10:13, por: CdB
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As ações da maior fabricante mundial de software caíram mais de 4 % nos negócios eletrônicos pós-fechamento de Wall Street
  O principal componente do lucro da Microsoft, a venda do sistema operacional Windows e do pacote de aplicativos Office, está mostrando sinais de fadiga e investidores estão preocupados de que a guinada para a computação na nuvem não esteja compensando isso. As ações da maior fabricante mundial de software caíram mais de 4 %  nos negócios eletrônicos pós-fechamento de Wall Street nesta segunda-feira, com a previsão de uma ligeira queda sequencial de venda de licenças neste trimestre e apenas um modesto crescimento na receita baseada na computação na nuvem. A guinada do velho modelo de venda de software com a cobrança de uma taxa única de licença para um modelo baseado na nuvem em que os clientes pagam uma assinatura regular é geralmente vista como um movimento positivo para a Microsoft. Mas a velocidade da mudança de um modelo para o outro não é a que se imaginava. - A migração da licença para assinatura está apresentando algumas dificuldades e eles estão começando a mostrá-las - disse o analista Colin Gillis, da BGC Partners. A vice-presidente financeira da Microsoft, Amy Hood, disse na segunda-feira que espera vendas de licenciamento comercial, que inclui Windows, Office e produtos de servidores para o mercado corporativo, de 9,7 bilhões a US$ 9,9 bilhões no trimestre atual, uma queda ante os US$ 10,7 bilhões  registrados no período imediatamente anterior. Ao mesmo tempo, a Microsoft estima um crescimento tímido de seus negócios de computação na nuvem, prevendo receita de US$ 2,6 bilhões a US$ 2,7 bilhões neste trimestre, contra US$ 2,6 bilhões no último trimestre.  
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