Rio de Janeiro, 04 de Maio de 2026

Wilma vira furacão e segue para a Flórida

A tempestade tropical Wilma ganhou força no Caribe e se transformou em um furacão de categoria 1, o 12º a atingir a região apenas este ano. De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, a tormenta traz ventos de até 120 km/h e deve chegar à Flórida durante o fim de semana. (Leia Mais)

Terça, 18 de Outubro de 2005 às 15:00, por: CdB
A tempestade tropical Wilma ganhou força no Caribe e se transformou em um furacão de categoria 1, o 12º a atingir a região apenas este ano. De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, a tormenta traz ventos de até 120 km/h e deve chegar à Flórida durante o fim de semana.

O olho do furacão se encontra atualmente no Mar do Caribe, a cerca de 325 km da costa da América Central, perto da costa na região da fronteira entre Honduras e Nicarágua.

Wilma deve ganhar ainda mais força nas próximas horas e pode causar estragos nas Ilhas Cayman, no oeste de Cuba e na península mexicana de Yucatán (onde ficam os balneários de Cancún e Cozumel).

Jamaica e Cuba

Fortes chuvas já atingem a Jamaica, causando enchentes em algumas localidades urbanas de baixa altitude, bloqueando estradas e obrigando pelo menos 100 pessoas a procurar abrigos públicos.

As autoridades cubanas se preparam para evacuar a população de quatro províncias do sudoeste da ilha.

Com sede em Miami, o Centro Nacional de Furacões afirma que a rota atualmente prevista para o Wilma não inclui a costa do Golfo do México, região devastada pelo furacão Katrina em agosto.

Assim mesmo, o prefeito de Nova Orleans, Ray Nagin, alertou os moradores para que se preparem para deixar novamente suas casas na eventualidade do furacão Wilma atingir a cidade.

As águas dos furacões Katrina e Stan só terminaram de ser bombeadas em Nova Orleans na semana passada, e a reconstrução mal começou.

Quase 1,2 mil pessoas morreram na passagem do Katrina nos Estados Unidos em agosto passado.

Wilma é a 21ª tempestade "batizada" da temporada de furacões deste ano na região. Desde que as tempestades passaram a ser registradas, há 154 anos, o número só foi o mesmo em 1933.

Centenas mais morreram no México e na América Central durante a tempestade tropical Stan, no início deste mês.

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