07.07.2011
Por ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA.RU
SÃO PAULO/BRASIL - No ano passado, 2010, depois de desnudar as entranhas da diplomacia mundial, principalmente a dos Estados Unidos, mostrando a verdade dos bastidores da política americana, revelando informações confidenciais sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque, a prisão de Guantánamo e mensagens de serviço diplomático dos Estados Unidos, este ano, 2011, a vida do WikiLeaks não está fácil.
Seu fundador, Julian Assange, sofre processo de extradição do Reino Unido para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. A Mastercard e a Visa bloquearam as doações ao site desde o fim de 2010. Além disso, o sistema de submissão de documentos ao WikiLeaks está fora do ar, depois de ter sido sabotado por um ex-funcionário.
"Somos fortes o bastante para resistir a isso, porque a opinião pública está do nosso lado", disse em São Paulo, no Brasil, o jornalista islandês Kristinn Hrafnsson, porta-voz do WikiLeaks, em entrevista ao Estadão.