Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

WikiLeaks acusa EUA de pressionar empresas e tribunais para sufocá-lo

Quarta, 06 de Julho de 2011 às 14:18, por: CdB

07.07.2011 

Por ANTONIO CARLOS LACERDA

PRAVDA.RU

 

SÃO PAULO/BRASIL - No ano passado, 2010, depois de desnudar as entranhas da diplomacia mundial, principalmente a dos Estados Unidos, mostrando a verdade dos bastidores da política americana, revelando informações confidenciais sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque, a prisão de Guantánamo e mensagens de serviço diplomático dos Estados Unidos, este ano, 2011, a vida do WikiLeaks não está fácil.

 

Seu fundador, Julian Assange, sofre processo de extradição do Reino Unido para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. A Mastercard e a Visa bloquearam as doações ao site desde o fim de 2010. Além disso, o sistema de submissão de documentos ao WikiLeaks está fora do ar, depois de ter sido sabotado por um ex-funcionário.

 

"Somos fortes o bastante para resistir a isso, porque a opinião pública está do nosso lado", disse em São Paulo, no Brasil, o jornalista islandês Kristinn Hrafnsson, porta-voz do WikiLeaks, em entrevista ao Estadão.

 

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