Com 103 votos a favor, Max Mosley permanece como presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), já que venceu a votação secreta realizada na Assembléia Geral da entidade, em Paris.
A votação contou com 55 votos contra Mosley, sete abstenções e quatro votos inválidos.
Em março, o jornal inglês News of the World publicou imagens e um vídeo em que, supostamente, o dirigente aparece em uma orgia sexual sadomasoquista com cinco prostitutas, vestidas com uniformes de soldados nazistas da Segunda Guerra Mundial e com roupas que lembravam os prisioneiros judeus. Na época a FIA preferiu não se pronunciar sobre caso.
De acordo com a imprensa internacional, o presidente da entidade não deve fazer declarações, já que ainda espera o resultado de uma ação na justiça que moveu contra a o diário.
Mosley está à frente da entidade máxima do automobilismo desde 1993, é casado há 48 anos com a esposa Jean e tem três filhos.
Em uma das cenas, o dirigente, cujo nome fictício no vídeo é "Tim Barnes", aparece com um cinto de couro, acertando uma das "vítimas" e gritando: "Ela precisa de mais punições". Enquanto batia, Max contava, em alemão, até seis. A mulher urrava de dor.
Logo em seguida, foi a vez de Mosley. Após ter as partes íntimas inspecionadas, assim como o cabelo, o inglês de 68 anos foi amarrado em correntes, interrogado e torturado até "pedir perdão" à dominadora. Foram 15 chibatadas e seis golpes de bastão. Depois disso, satisfeito, Mosley tomou um copo de vinho e foi embora para casa.
Votação secreta decide que Max Mosley permanece na presidência da FIA
Com 103 votos a favor, Max Mosley permanece como presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), já que venceu a votação secreta realizada na Assembléia Geral da entidade, em Paris. (Leia Mais)
Terça, 03 de Junho de 2008 às 07:43, por: CdB