A Vivo, operadora de telefonia móvel do grupo Telefônica Brasil, iniciou nesta terça-feira a oferta de serviços 4G em mais cinco cidades do Estado de São Paulo, e espera chegar a 60 cidades do país até o fim do ano, informou um executivo da empresa.
A Vivo, operadora de telefonia móvel do grupo Telefônica Brasil, iniciou nesta terça-feira a oferta de serviços 4G
A Vivo, operadora de telefonia móvel do grupo Telefônica Brasil, iniciou nesta terça-feira a oferta de serviços 4G em mais cinco cidades do Estado de São Paulo, e espera chegar a 60 cidades do país até o fim do ano, informou um executivo da empresa.
Os serviços de telefonia móvel de quarta geração da Vivo começaram a ser oferecidos nas cidades de Araraquara, Guarulhos, Itu, Osasco e Ribeirão Preto.
A oferta nesses municípios foi iniciada antes do prazo estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de 2016 para cidades como Itu, informou o diretor comercial da Telefônica para a regional paulista, João Truran.
- Adiantamos a oferta em várias cidades de São Paulo devido à aceitação do mercado ao 4G - disse Truran.
Até agora, a Vivo oferece 4G em 27 cidades do país, sendo 17 em São Paulo. A meta é chegar a 60 até o fim do ano, disse o executivo, que preferiu não informar quais serão os próximos municípios a ter o serviço disponível.
O 4G ainda é incipiente no Brasil, com cerca de 174,1 mil acessos, sendo que a banda larga móvel como um todo fechou junho em 77,4 milhões de acessos, segundo dados da Anatel. A Vivo diz deter 46,8 % de participação nos acessos 4G no país.
A maior empresa do setor no Brasil iniciou a oferta dos serviços de quarta geração nas cidades sede da Copa das Confederações e em São Paulo no fim de abril.
Até 2014, a empresa prevê investir R$ 24,3 bilhões em infraestrutura de rede para melhorar seus serviços de voz, 3G e 4G, informou Truran.
HTC faz alerta sobre queda na receita
A taiwanesa HTC disse que sua receita no terceiro trimestre pode cair em até 30% em relação aos três meses anteriores, um resultado muito pior que o esperado e que revela o aprofundamento de problemas da fabricante de smartphones, com poucas perspectivas de uma virada no curto prazo.
O lançamento atrasado de seu telefone principal, o HTC One, só tem agravado os problemas de estoque, além de ter destacado a falta de escala da companhia quando comparada à Samsung e Apple, num momento em que o mercado de smartphones topo de linha é tido como próximo da saturação.
A HTC disse que espera que a receita neste trimestre fique entre US$ 50 e US$ 60 bilhões taiwaneses (US$ 1,7 bilhão a US$ 2 bilhões ), muito abaixo do consenso de US$ 75,65 bilhões taiwaneses e dos US$ 70,7 bilhões divulgados no trimestre anterior.
Embora a empresa tenha dito que espera uma melhora no quarto trimestre, analistas estavam céticos sobre uma reversão significativa no curto prazo.
O lucro líquido da empresa no segundo trimestre foi de apenas US$ 1,25 bilhão taiwaneses, bem abaixo das estimativas e seguindo um recorde de baixa nos três primeiros meses do ano.
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