Rio de Janeiro, 18 de Agosto de 2026

Equipe de Obama começa a organizar a visita dele ao Brasil

Porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Mike Hammer, comentou nesta sexta-feira a visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil, em março deste ano. Segundo Hammer, trata-se de um reconhecimento ao status internacional conquistado pelo país e uma oportunidade para a consolidação dos laços de amizade que unem os dois países.

Sexta, 28 de Janeiro de 2011 às 06:10, por: CdB
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Porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Mike Hammer, comentou nesta sexta-feira a visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil, em março deste ano. Segundo Hammer, trata-se de um reconhecimento ao status internacional conquistado pelo país e uma oportunidade para a consolidação dos laços de amizade que unem os dois países. – A viagem é parte de nosso engajamento com o nosso próprio hemisfério. É também um reconhecimento do importante status e contribuição internacional do Brasil – disse Hammer. A viagem é a primeira de Obama à América do Sul e incluirá passagens ao Chile e a El Salvador. Antes, o presidente norte-americano percorrerá do Oriente Médio e à Europa. A viagem ao Brasil deverá ocorrer na segunda quinzena de março. – Estamos trabalhando com os governos desses países para finalizar os detalhes – afirmou Hammer. No Brasil, o Obama deverá se reunir com a presidenta Dilma Rousseff para tratar de áreas de interesse conjunto. Dilma tinha uma viagem planejada aos Estados Unidos em março, mas, diante da mudança de agenda, a visita acabou cancelada. O porta-voz americano disse que Dilma já manifestou interesse em ampliar a parceria com os Estados Unidos e que o governo norte-americano espera "embarcar no que, acreditamos, pode ser um esforço cooperativo muito frutífero para os dois países". – Acreditamos que há muitos interesses comuns com o Brasil nos quais poderemos trabalhar juntos, e esse será o propósito desta viagem. A relação com o Brasil é uma relação importante que queremos desenvolver e ampliar – afirmou. Hammer citou entre as áreas de interesse o uso de energia limpa, alternativas para o estímulo ao crescimento global e os esforços de assistência ao Haiti. A expectativa era que Obama viesse ao Brasil ainda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas uma série de empecilhos adiaram a viagem. Hammer evitou, porém, falar sobre um suposto distanciamento entre os dois países durante o governo Lula. – Não quero comparar o que poderia ter sido, ou deveria ter sido. Queremos aproveitar essa oportunidade para continuar uma parceria forte. Nós já tínhamos uma relação boa e sólida com o presidente Lula em seu governo – contornou.
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