Três mil vigilantes que fazem a segurança dos hospitais municipais estão ameaçados de demissão porque a prefeitura do Rio não repassa as verbas dos contratos, com as seis empresas de vigilância, desde o início do ano.
Nesta quinta-feira algumas empresas informaram que terão que demitir em massa caso a prefeitura não pague os atrasados até 30 de maio, afirma Fernando Bandeira, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio. O governo municipal deve a essas empresas mais de R$ 10 milhões.
Na próxima sexta-feira, a partir das 9h, o sindicato faz protestos em frente aos hospitais da Lagoa, Souza Aguiar e Miguel Couto, com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para a crise no setor público de segurança privada.