Rio de Janeiro, 02 de Novembro de 2026

Verão poderá trazer epidemia de dengue no Estado

O próximo verão fluminense poderá ter a pior epidemia de dengue já registrada no Estado se não forem adotadas medidas eficazes de combate ao mosquito transmissor doença, segundo o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes. Os 92 prefeitos do Rio foram convocados para um seminário na próxima segunda-feira para discutir o combate à dengue no Estado.

Quarta, 14 de Setembro de 2011 às 07:59, por: CdB
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O próximo verão fluminense poderá ter a pior epidemia de dengue já registrada no Estado se não forem adotadas medidas eficazes de combate ao mosquito transmissor doença, segundo o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes. Em reunião com as presenças do governador Sérgio Cabral e do vice Luiz Fernando Pezão, ele apresentou, nesta terça-feira, as atividades que estão sendo desenvolvidas para evitar a proliferação do Aedes aegypti. – Esta reunião é para organizar as ações que cada secretaria vai tomar no combate à dengue. Nós teremos várias ações articuladas. A nossa principal marca, que será o 'Dez Minutos Contra a Dengue', mostra que cada um de nós, cidadãos, pode fazer contra a doença, e que todos têm responsabilidade –, disse. De acordo com o secretário, esse tempo de dez minutos é para que as pessoas examinem locais que podem servir de foco para o mosquito e acabar com o criadouro a fim de preservar a saúde da família, dos amigos e vizinhos. Os 92 prefeitos do Rio foram convocados para um seminário na próxima segunda-feira com o governador Sérgio Cabral, o secretário Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, e representantes de Cuba e Cingapura para discutir o combate à dengue no Estado. A partir de outubro, está previsto ainda um conjunto de medidas intitulado “37 semanas contra dengue”. O objetivo é realizar atividades esportivas e culturais para a conscientizar a população. Na capital, o prefeito Eduardo Paes já decretou estado de alerta para a doença e determinou que os agentes de saúde entrem em imóveis fechados ou abandonados mesmo sem autorização, quando houver suspeita da existência de focos de dengue. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 82% dos criadouros do Aedes aegypti estão dentro de casas e apartamentos. Algumas medidas simples podem ser tomadas para evitar a proliferação do mosquito transmissor da doença, como tampar as caixas d’água; guardar os pneus em local coberto e seco; não deixar que as garrafas acumulem água, colocando-as sempre com a boca para baixo; observar sempre as calhas para ver se existe água acumulada, e colocar areia nos pratos das plantas.
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