Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Vendas nos supermercados acumulam alta de 4,94% este ano

As vendas reais do setor de supermercados alcançaram 4,94% de alta no período acumulado de janeiro a setembro. Houve também aumento em setembro sobre o mesmo mês do ano passado, com elevação de 4,81%. Já na comparação com agosto deste ano, as vendas caíram 5,12%.

Terça, 29 de Outubro de 2013 às 12:37, por: CdB
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Vendas nos supermercados acumulam alta de 4,94% este ano
As vendas reais do setor de supermercados alcançaram 4,94% de alta no período acumulado de janeiro a setembro. Houve também aumento em setembro sobre o mesmo mês do ano passado, com elevação de 4,81%. Já na comparação com agosto deste ano, as vendas caíram 5,12%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Com relação ao preço da cesta com os 35 produtos mais consumidos, houve queda de 0,92% sobre agosto, passando de R$ 355,85 para R$ 352,57. Na comparação com setembro de 2012, o preço médio subiu 6,88%. Os produtos com as maiores elevações em setembro foram leite integral em pó (3,77%), farinha de trigo (3,41%), frango congelado (2,28%) e queijo mussarela (2,08%). De acordo com a entidade, o Índice Nacional de Vendas Abras é uma pesquisa mensal sobre o desempenho do setor supermercadista, com dados de 130 empresas de supermercados de todo o território nacional, envolvendo mais de 2.800 lojas, o que representa aproximadamente 60% das vendas do setor. Juros do cheque especial chegam a 144,2% A taxa de juros do cheque especial subiu 4,4 pontos percentuais, de agosto para setembro, ao alcançar 143,3% ao ano, de acordo com dados divulgados hoje (29) pelo Banco Central (BC). Essa é a taxa mais alta desde julho do ano passado - 144,2% ao ano. Entre as modalidades do crédito com recursos livres para pessoas físicas divulgadas pelo BC, a taxa do cheque especial é a mais alta. A taxa do crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha de pagamento passou de 39,7% ao ano para 40,4% ao ano, aumento de 0,7 ponto percentual. A taxa para a compra de carros, subiu 0,3 ponto percentual – de 20,9% para 21,2% ao ano. Para a compra de outros bens, o aumento ficou em 0,8 ponto percentual, passando de 67,6% para 68,4% ao ano. No caso das operações de arrendamento mercantil (leasing) de carros, houve queda de 1,1 ponto percentual para, variando de 12,1% para 11% ao ano.  
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