Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026

Vendas de material de construção crescem 14,2% em abril

As vendas de materiais de construção tiveram alta de 14,2% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta sexta-feira a associação que representa a indústria no país, Abramat. Em relação a março, foi registrada ligeira alta, de 0,3% nas vendas, enquanto no acumulado do ano até abril o setor tem alta de 4,7%.

Sexta, 17 de Maio de 2013 às 08:07, por: CdB
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As vendas de materiais de construção tiveram alta de 14,2% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado
As vendas de materiais de construção tiveram alta de 14,2%  em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta sexta-feira a associação que representa a indústria no país, Abramat. Em relação a março, foi registrada ligeira alta, de 0,3%  nas vendas, enquanto no acumulado do ano até abril o setor tem alta de 4,7%. O nível de emprego na indústria de materiais de construção, apresentou queda de 1,1%  em abril ante março. Na comparação com o mesmo mês de 2012, houve recuo de 2,5%. - O crescimento de 4,7%  atingido no primeiro quadrimestre, devido ao bom desempenho de abril, superou a previsão de 4,5%  de crescimento estimado para 2013", disse a Abramat em comunicado. O segmento do varejo e o término de obras imobiliárias iniciadas em 2010 e 2011 explicam o atual nível de vendas da indústria de materiais, disse o presidente da associação, Walter Cover, em comunicado. - O efeito negativo nas vendas ao segmento imobiliário, decorrente do baixo nível de novos lançamentos em 2012 e 2013, será sentido a partir do segundo semestre desse ano - disse. Segundo Cover, as vendas para o segmento da infraestrutura continuam baixas e deverão ter um aumento significativo no final do ano ou início de 2014, principalmente em função do atraso das licitações nas novas concessões de logística. A Abramat reiterou que o cumprimento das expectativas até o final do ano "dependerá da manutenção da política de estimulo ao consumo pelas famílias e da manutenção dos níveis de emprego e renda". Além disso, a Abramat mencionou que o resultado depende de medidas de estímulo, como a desoneração do ICMS pelos estados, e aumento dos investimentos em infraestrutura, que resultarão das concessões de rodovias, portos e aeroportos. IPC desacelera alta a 0,21% O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo subiu 0,21%  na segunda quadrissemana de maio, ante avanço de 0,31%  no período precedente, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta sexta-feira. Na segunda quadrissemana de maio, os preços do grupo Alimentação recuaram 0,14 por cento, representando -0,0314 ponto percentual do IPC-Fipe do mês. O setor de Saúde, por outro lado, subiu 1,71%, representando 0,1308 ponto percentual do índice. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos. A divulgação do IPC-Fipe referente à terceira quadrissemana de maio ocorrerá em 27 de maio.
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