O grupo francês de mídia e telecomunicações Vivendi reduziu metas anuais para seus negócios com TV paga e de telefonia na França e no Brasil depois de registrar queda na receita no segundo trimestre.
O grupo francês de mídia e telecomunicações Vivendi reduziu metas anuais para seus negócios com TV paga
O grupo francês de mídia e telecomunicações Vivendi reduziu metas anuais para seus negócios com TV paga e de telefonia na França e no Brasil depois de registrar queda na receita no segundo trimestre.
Pressão sobre a unidade de telefonia SFR, a maior divisão do grupo em receitas e lucro, continuou no período em meio a uma guerra de preços de serviços móveis na França.
As vendas da Vivendi no segundo trimestre caíram 0,5% para 5,43 bilhões de euros (US$ 7,24 bilhões), enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recuou mais de 20%, para 762 milhões devido principalmente à competição enfrentada pela SFR.
A produtora de videogames Activision Blizzard e operadora Maroc Telecom, que foram vendidas como parte da renovação do grupo para pagar sua dívida e se concentrar em mídia, agora são considerados como resultado de operações descontinuadas em conformidade com as normas contábeis.
Embora os dois negócios tenham deixado a Vivendi menor e menos lucrativa, esperava-se que eles permitam ao grupo reduzir dívida, retornar recursos aos acionistas e possivelmente abrir caminho para uma cisão da SFR.
O vice-presidente financeiro, Philippe Capron, disse que o conselho ainda não decidiu como usar os recursos dos desinvestimentos, mas investidores esperam um dividendo especial ou uma recompra de ações.
A SFR, que como rivais tem sido atingida por forte competição da rival de baixo custo Iliad, viu suas vendas recuarem 11,3%, para 2,51 bilhões de euros apesar do aumento no número de contratos de clientes de telefonia móvel.
A Vivendi também cortou sua meta de crescimento de vendas da unidade brasileira GVT para algo em torno de dois dígitos médios, ante a expectativa anterior de mais de 20%.
Incluindo o negócio que a Vivendi está vendendo, o lucro líquido do grupo atribuível aos acionistas subiu 7,5% para 501 milhões de euros, ajudado por fortes vendas de videogames.
Vodafone negocia com Verizon venda de 45% de participação
A Vodafone disse nesta quinta-feira que está negociando com a Verizon Communications a venda de 45% de participação na sua joint venture nos Estados Unidos, a Verizon Wireless, em um negócio que a Bloomberg noticiou valer cerca de US$ 130 bilhões.
A Verizon trabalha com diversos bancos para levantar US$ 10 bilhões de cada para financiar cerca de US$ 60 bilhões do negócio e um anúncio pode ser feito até a próxima segunda-feira, disseram duas fontes à Bloomberg.
A participação na Verizon Wireless, líder no mercado de telefonia celular nos EUA, se tornou altamente valiosa para a Vodafone conforme seus recursos diminuíram em seus principais mercados europeus.
O presidente-executivo, Vittorio Colao, disse em maio que iria arriscar sua reputação para vender a participação na hora certa e a um preço justo e não ceder à pressão para fazer qualquer negócio.
As ações da Vodafone disparavam mais de 8%.
A agência inglesa de notícias Reuters noticiou em abril que a Verizon havia contratado assessores para uma possível oferta de US$ 100 bilhões e considerava pagar metade em dinheiro e metade por meio de uma oferta de ações pela participação de 45% na Verizon Wireless que ainda não detém.
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