Rio de Janeiro, 07 de Outubro de 2026

Vasco vai recorrer contra a punição do TJD-RJ

O advogado do Vasco, Luiz Américo, entrará com um pedido de recurso, que será julgado na próxima terça-feira, contra a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD-RJ) por quatro votos a um, de punir o clube com a perda de seis pontos na Taça Guanabara, primeiro turno do Carioca, e uma multa de R$ 5 mil, por ter escalado o meia Jéferson de maneira irregular na primeira rodada da competição, contra o Americano.(Leia Mais)

Sexta, 13 de Fevereiro de 2009 às 09:36, por: CdB

O advogado do Vasco, Luiz Américo, entrará com um pedido de recurso, que será julgado na próxima terça-feira, contra a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD-RJ) por quatro votos a um, de punir o clube com a perda de seis pontos na Taça Guanabara, primeiro turno do Carioca, e uma multa de R$ 5 mil, por ter escalado o meia Jéferson de maneira irregular na primeira rodada da competição, contra o Americano.

– O clube tem certeza de seu direito e vai tentar a reversão. O jogador está regular e espero que a justiça seja feita – afirmou o advogado vascaíno.

O Cruzmaltino, que era líder do Grupo A com 11 pontos, agora está em sétimo, com cinco pontos. E caso o recurso não seja aceito, o time não tem mais chances matemáticas de se classificar para a semifinal da Taça GB.

A departamento de futebol vascaíno alegou que só escalou Jérferson porque recebeu o aval do departamento jurídico do clube, que é terceirizado, com base em uma liminar da justiça. O contrato de Jéferson com o Vasco foi suspenso no dia 23 de janeiro, porque o Brasiliense, clube que o jogador abandonou em 2005 reclamando de atrasos de salários e no depósito do FGTS, entrou com uma ação na 1ª Vara da Justiça do Trabalho de Taguatinga, que deu ganho de causa ao time da capital federal.

A procuradoria do TJD-RJ alegou que o delegado da partida não tinha o poder para dar condição de jogo ao atleta, que não estava escrito no Boletim de inscrição da federação do Rio (Bira), e nem o juiz do trabalho, que reestabeleceu o vínculo entre o jogador e o Vasco, também não pode reestabeler a condição de jogo, que é um papel da federação. E que a condição de jogo de Jéferson só estaria regular se o nome dele fosse escrito novamente no Bira.

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