Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Vamos bem, obrigado

Segunda, 13 de Junho de 2011 às 05:25, por: CdB

O governo reafirma suas projeções de crescimento da economia em torno de 4,5% este ano - há quem até fale até em 5%. Mas as velhas consultorias de sempre e setores do mercado e empresários da indústria e do comércio estimam que o percentual será menor. Nas projeções desses grupos, expressada no boletim Focus, do Banco Central, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 4%, na semana passada, para 3,96%. Outras fontes em falam até 3,4%, o que levaria, de acordo com os catastrofistas, o setor produtivo a reduzir o ritmo de suas atividades.

Enquanto isso, na vida real, nossa economia insiste em crescer e o Brasil junto com ela. Basta acompanhar as notícias. Na contramão da tendência mundial, os fundos de ações dedicados ao Brasil seguiram captando recursos, e resistem ao mau humor da mídia local. Na semana encerrada no dia 8, essas carteiras tiveram ingresso de US$ 40,97 bi.

Na agenda da energia, seguimos a todo o vapor. O país, calcula-se, terá um excedente entre 5 mil a 6 mil MW até 2014. No quesito etanol, o Brasil já tem contratada nesta safra a exportação de 300 milhões a 400 milhões de litros de etanol combustível para os Estados Unidos. Também vamos bem em termos de petróleo. A última notícia neste front é de que a Petrobrás elevou produção nas áreas de Tiro e Sídon, na porção Sul da Bacia de Santos.  Com aumento, o volume diário de produção, que era de 17 mil barris por dia, passou para, aproximadamente, 25 mil barris por dia.

Fila para comprar iates

É estranho o pessimismo daqueles setores do mercado que apostam no pior. Enquanto falam mal do governo, entram em filas para comprar suas lanchas. E, a propósito, lembramos a Ferreti italiana, que amarga na Europa os efeitos da crise. Por aqui, no entanto, há espera para adquirir seus iates. O licenciado brasileiro da marca, que acaba de inaugurar fábrica em Vargem Grande Paulista, já vendeu todos os 50 barcos que serão produzidos no Brasil neste ano.

Afirmo sem medo. Vamos crescer mais de 4% este ano, criar mais de 2,5%milhões de empregos, com superávit, inflação dentro da meta e da banca, reservas em ordem, dívida pública em queda. Tudo isso, distribuindo renda e consolidando programas sociais e políticas públicas universais. Isso é o que conta e faz a diferença no mundo de hoje.

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