UPAs registram mais de 29 milhões de atendimentos no Rio
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h bateram novo recorde: mais de 29 milhões de atendimentos foram realizados em 58 unidades, distribuídas nos municípios Fluminenses, até o último dia dois deste mês.
Número inclui procedimentos realizados em 58 unidades do Estado do Rio
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h bateram novo recorde: mais de 29 milhões de atendimentos foram realizados em 58 unidades, distribuídas nos municípios Fluminenses, até o último dia dois deste mês. Desde que foram implementadas, as UPAs já realizaram 24 milhões de exames, 1,2 milhão de atendimentos odontológicos e mais de 191 milhões de medicamentos foram distribuídos. Cerca de 99,5% dos casos foram resolvidos nas próprias unidades, desafogando os hospitais de urgência e emergência.
Os dados reforçam a política implantada pela Secretaria de Saúde, que orienta o direcionamento de casos de baixa e média complexidades para as UPAs. Este modelo de atendimento foi exportado para outros estados e até para países como a Argentina.
- Nas UPAs, um diferencial importante é o atendimento inicial feito por profissionais de Saúde, o que faz com que casos de maior gravidade sejam atendidos com prioridade. Temos hoje um modelo consolidado, que serve de referência para o país - explicou o secretário de Saúde, Felipe Peixoto.
As UPAs oferecem as especialidades de clínica médica e pediatria, além de serem realizados exames laboratoriais, sutura, medicação e nebulização. Todas dispõem de salas de cuidados intensivos e semi-intensivos, voltadas para o atendimento de casos mais graves. Algumas unidades contam ainda com atendimento odontológico.
Desde 2009, as UPAs seguem um protocolo de atendimento à dor torácica: o paciente que der entrada na unidade com quadro suspeito de infarto faz eletrocardiograma e exames laboratoriais específicos para confirmar a suspeita da doença. Sendo positivo, logo são medicados e encaminhados para a realização de exames e procedimentos complementares em unidades com profissionais especializados. Sendo negativo, o paciente, depois de medicado, permanece em observação e é acompanhado pela equipe médica na unidade.
Outro procedimento realizado nas UPAs é a aplicação de trombolítico, procedimento não invasivo indicado para casos de Acidente Vascular Cerebral Isquêmico.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.