A presidenta Dilma Rousseff aproveitou sua longa entrevista, publicada ontem no Valor Econômico, para levantar muitos outros pontos relevantes na linha de defesa da economia nacional e que constituem pontos centrais das diretrizes de nossa estratégia de desenvolvimento.
Ao fim, detalhou uma boa agenda a ser seguida por seu governo este ano. Anunciou, por exemplo, que enviará, logo, ao Congresso Nacional as medidas para regulamentar as concessões no setor aeroportuário; criar o Programa Nacional de Ensino Técnico (PRONATEC); instituir o programa de erradicação da pobreza; e viabilizar a Previdência complementar do servidor público.
Com esta série de providências, a chefe do governo ataca problemas graves de nossa economia e sociedade, tais como as deficiências de nossa infraestrutura; os investimentos em Educação; a falta de mão de obra qualificada; a pobreza que ainda atinge 19 milhões de brasileiros; e o déficit da Previdência.
A presidenta Dilma adiantou seu cuidado com a reforma da Previdência para que esta não se faça com qualquer prejuízo para direitos adquiridos dos trabalhadores. E, com realismo, comprometeu-se a enviar ao Parlamento mudanças especificas em alguns tributos, evidenciando sua determinação de enfrentar outro gargalo-desafio ao nosso desenvolvimento - a questão tributária.
Definitivamente, não é pouca coisa como agenda para 2011 (leiam, também, os posts acima e o publicado aqui na sequência).