"Queria fazer um convite e um desafio aos senhores: eu acredito que o setor privado pode comparecer com uma ajuda (bolsas de estudos no exterior) aos estudantes brasileiros e ao Brasil, de forma que nos permita chegar a 100 mil bolsas em 2014."
O convite foi feito pela presidenta Dilma Rouseff aos empresários que participavam (ontem) da 1ª reunião em seu governo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o "Conselhão", composto, também, por representantes de todos os demais segmentos sociais do país.
Como ex-estudante e ex-participante do movimento estudantil a que acompanho até hoje, sei da importância de um programa de bolsas como este. Torço, portanto, pelo engajamento do empresariado no país e tomara que o número de estudantes a serem contemplados seja atingido.
Acordo com EUA, parte deste programa de intercâmbio
Em seu pronnunciamento no CDES a presidenta explicou que o programa está concebido, inicialmente, para a concessão de 75 mil bolsas de estudo no exterior para estudantes brasileiros até 2014, com prioridade para os de Ciências Exatas.
Quem falou que o número pode chegar a 100 mil foi o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante sua visita ao país, em março. Dentre os vários acordos então assinados pelos dois presidentes, um era especificamente sobre esta cooperação prevendo o intercâmbio de alunos e professores entre Brasil e EUA.
"Vamos recorrer a um mecanismo que vários países do mundo recorreram, que é enviar brasileiros e
brasileiras para fazer, ou de forma parcial, ou de forma completa, cursos no exterior, nas áreas de Ciências, sobretudo de Exatas", detalhou a presidenta. Tomara, então, que cheguemos aos 100 mil.
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Rio de Janeiro, 22 de Agosto de 2026
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