É um bom caminho o escolhido pelo governo, via Secretário Geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, para buscar um acordo que leve a uma solução para a questão do fator previdenciário, uma das principais preocupações hoje, tanto do governo quanto das centrais e sindicatos representativos dos trabalhadores.
O governo escolheu o mais democrático dos caminhos, o do diálogo para resolver a questão. Reabriu as negociações e já na próxima semana entrega às centrais a proposta para a desoneração da folha de pagamento, um projeto que ainda encontra resistência entre os sindicalistas.
O fator previdenciário, nos termos em vigor hoje, reduz os benefícios de quem se aposenta mais cedo e toma como base quatro pontos para o cálculo dos benefícios: a alíquota de contribuição, a idade do trabalhador, o tempo de contribuição à Previdência Social e a expectativa de vida. Para os sindicatos, o fator afeta o benefício dos trabalhadores que se aposentam por tempo de contribuição.
Centrais recebem proposta na semana que vem
Na 1ª reunião desta nova fase de negociações, o ministro explicou que o governo para desonerar o governo busca uma fórmula que não ponha a Previdência em risco e induza ao aumento de competitividade e à formalização do mercado de trabalho no país. Atualmente, 20% da folha salarial dos empregados formais no país é destinada à Previdência.
O governo, via ministro Gilberto Carvalho, escolheu o caminho do diálogo para resolver a questão. Reabre as negociações e já na próxima semana entrega às centrais a proposta para a desoneração da folha de pagamento, um projeto que ainda encontra resistência entre os sindicalistas.
Tem tudo para dar certo, assim, e as negociações chegarem a bom termo nesse clima em que prevalece a transparência nos dados fornecidos às centrais e, principalmente na disposição para o diálogo dentro deste espírito democrático.
Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 2026
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