Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Ucrânia: líderes marcam encontro em Minsk para discutir acordo de paz

Após uma teleconferência entre a chanceler federal alemã, Angela Merkel, o presidente francês, François Hollande, o presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega de pasta ucraniano, Petro Poroshenko, governo alemão afirma que missão teuto-francesa de mediação de um plano de paz para o conflito na Ucrânia vai ter prosseguimento.

Domingo, 08 de Fevereiro de 2015 às 08:52, por: CdB
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Os líderes da Alemanha, França, Rússia e Ucrânia marcam encontro em Minsk, capital de Belarus, com vista a uma solução para o conflito na Ucrânia
  Após uma teleconferência entre a chanceler federal alemã, Angela Merkel, o presidente francês, François Hollande, o presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega de pasta ucraniano, Petro Poroshenko, governo alemão afirma que missão teuto-francesa de mediação de um plano de paz para o conflito na Ucrânia vai ter prosseguimento. O porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, informou neste domingo que os trabalhos para a elaboração de um pacote de medidas com vista a uma solução abrangente do conflito no leste ucraniano vão prosseguir nesta segunda-feira em Berlim. O objetivo é que os quatro chefes de Estado e governo se encontrem em Minsk, capital de Belarus, na próxima quarta-feira, para continuar as conversações. Além disso, os signatários do Acordo de Minsk também vão se encontrar na quarta-feira na capital de Belarus. Em setembro do ano passado, a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), a Rússia, a Ucrânia e os separatistas pró-russos acordaram em Minsk um caminho para a distensão do conflito no leste da Ucrânia. No entanto, o acordo não conseguiu ser implementado em pontos importantes, como o controle da fronteira russo-ucraniana ou a retirada de artilharia pesada da região de conflito. Desde então, os separatistas ganharam terreno, colocando uma extensa área de centenas de quilômetros quadrados sob o seu controle. Neste sábado, o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, rejeitou uma modificação na linha demarcatória da região separatista no leste de seu país.
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