Rio de Janeiro, 03 de Setembro de 2026

Uber: executivos detidos serão julgados em setembro na França

Dois executivos do Uber serão julgados na França em 30 de setembro, disse um promotor nesta terça-feira, após os dois terem sido detidos para interrogatório enquanto o governo intensifica sua repressão contra o serviço online de compartilhamento de corridas.

Terça, 30 de Junho de 2015 às 08:32, por: CdB
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A investigação foca em uma das diversas modalidades de produtos do Uber na França
  Dois executivos do Uber serão julgados na França em 30 de setembro, disse um promotor nesta terça-feira, após os dois terem sido detidos para interrogatório enquanto o governo intensifica sua repressão contra o serviço online de compartilhamento de corridas. Thibaud Simphal, gerente do Uber França, e Pierre-Dimitri Gore-Coty, gerente-geral do aplicativo para a Europa Ocidental, foram detidos na segunda-feira como parte de uma investigação que em março levou a buscas nos escritórios do Uber no país. A investigação foca em uma das diversas modalidades de produtos do Uber na França, o serviço UberPOP, que permite a passageiros agendar corridas com motoristas não profissionais via celular, o que enfureceu os taxistas. O Uber tem gerado protestos de taxistas de Londres a Nova Délhi enquanto altera os modelos de negócios tradicionais que requerem dos motoristas profissionais pagamento de altas taxas de licenciamento para operar táxis. Na França, a polêmica se intensificou na semana passada quando motoristas bloquearam grandes centros de transporte para protestar contra o que chamam de competição desleal. Corte dos EUA A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu na segunda-feira a favor da Oracle e rejeitou ouvir a apelação do Google em um importante caso sobre copyright de software que tem sido acompanhado de perto pela indústria de tecnologia. A iniciativa mantém decisão que permite à Oracle cobrar taxas de licenciamento para o uso de algumas de suas linguagem de programação Java. O Google alegou que deveria estar livre para usar Java sem pagar taxas. O caso trata de quanta proteção de direitos autorais deve ser estendida à Java. O Google, que usou a Java para desenhar o sistema operacional para smartphones Android, disse nos autos que uma vitória da Oracle obstruiria "uma enorme quantidade de inovação" porque os desenvolvedores de softwares não estariam livres para atuar nos trabalhos uns dos outros. Mas a Oracle disse que a proteção efetiva dos direitos autorais é chave para a inovação de softwares. - Nós iremos continuar a defender a interoperabilidade que tem fomentado inovação e competição na indústria de softwares - disse o Google em comunicado na segunda-feira. A Oracle, no entanto, disse que efetiva proteção de direitos autorais é chave para desenvolvimento de softwares. O conselheiro geral Dorian Daley disse nesta segunda-feira que a decisão da Suprema Corte era uma "vitória para inovação".    
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