Rio de Janeiro, 05 de Outubro de 2026

Twitter não procura fusão, diz co-fundador

O serviço de microblogs norte-americano Twitter está ávido por parcerias com outras empresas, entre as quais o gigante das buscas Google, mas não está considerando uma fusão ou aquisição, disse o co-fundador da empresa.(Leia Mais)

Quinta, 12 de Março de 2009 às 09:04, por: CdB

O serviço de microblogs norte-americano Twitter está ávido por parcerias com outras empresas, entre as quais o gigante das buscas Google, mas não está considerando uma fusão ou aquisição, disse o co-fundador da empresa.

Biz Stone disse à Reuters na quarta-feira que o Twitter pretende desenvolver um modelo de negócios em 2009, acelerando o cronograma que previa essa meta para 2010, e que a empresa tentará demonstrar que veio para ficar ainda que outras companhias iniciantes estejam fechando as portas devido aos problemas da economia.

Mas, enfatizou, o Twitter não precisa da segurança financeira de uma companhia maior como matriz, porque tem o potencial de desenvolver um modelo de negócios financeiramente viável.

– O plano continua a ser trabalhar para criar uma empresa duradoura. Esse é o principal foco, agora – disse Stone em entrevista nos espaçosos escritórios de sua empresa de 30 funcionários, em San Francisco.

– No momento, estamos em posição muito forte, porque temos muito dinheiro no banco e pretendemos contratar mais pessoal; também temos tempo de desenvolver diversas de nossas oportunidades de faturamento – disse.

O serviço gratuito do Twitter permite que as pessoas enviem mensagens de textos curtas com no máximo 140 caracteres à sua rede de amigos, sobre qualquer coisa, de acontecimentos atuais a cardápios de almoço.

O serviço vem ganhando popularidade desde seu lançamento, em 2006, e tem mais de seis milhões de usuários, de acordo com reportagens. O Twitter não revela seu número de usuários.
A empresa recentemente concluiu uma rodada de capitalização junto ao setor de capital para empreendimentos estimada em US$ 35 milhões pela mídia, depois de duas rodadas anteriores nas quais teria obtido US$ 20 milhões. No ano passado, a empresa rejeitou uma oferta de aquisição de US$ 500 milhões apresentada pelo Facebook, de acordo com reportagens.

O Twitter também começou a despertar interesse com sua chamada "capacidade de busca em tempo real", que permite que uma pessoa vasculhe grande número de mensagens para descobrir o que as pessoas estão falando sobre um determinado assunto naquele exato momento.

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