A grande turnê Re-Invention, de Madonna, dominou totalmente a corrida para maior turnê do ano: quando terminou, em setembro, tinha arrecadado 125 milhões de dólares de bilheteria, a maior cifra do ano.
De acordo com a Billboard Boxscore, 55 dos 56 shows da turnê de Madonna em todo o mundo tiveram todos os ingressos esgotados, e a bilheteria média de cada apresentação foi de 2,23 milhões de dólares.
A própria Madonna disse à Billboard: "Minha turnê Re-Invention foi de longe a experiência mais satisfatória de minha vida em termos criativos. Pude incluir tudo de que gosto em um só evento de entretenimento: cinema, música e dança."
A turnê Musicology, de Prince, atraiu quase 1,5 milhões de pessoas, um público maior do que qualquer outro artista, e rendeu 90,2 milhões de dólares, perdendo apenas para Madonna.
Shania Twain ficou em terceiro lugar, tendo arrecadado um total de 62,5 milhões de dólares e cantado para quase 950 mil fãs.
As outras turnês que integram as Top 10 do ano foram as de Simon & Garfunkel (59 milhões de dólares), do Metallica (53,8 milhões de dólares), Bette Midler (53,3 milhões), Sting (52,4 milhões), Kenny Chesney (49,3 milhões), David Bowie (46 milhões) e Toby Keith (44,3 milhões de dólares).
Celine Dion arrecadou mais de 77 milhões de dólares este ano com seu espetáculo permanente no Colosseum do Caesars Palace, em Las Vegas. Se a cifra fosse relativa a uma turnê, a cantora canadense ocuparia o terceiro lugar no ano.
A banda Red Hot Chili Peppers, com a participação de James Brown e do Chicks on Speed, fizeram o show mais rentável do ano: três noites no Hyde Park, em Londres, que atraíram mais de 259 mil pessoas e renderam 17.187.324 dólares, nos dias 19, 20 e 25 de junho.
O Madison Square Garden, em Nova York, liderou a lista dos espaços de espetáculos que tiveram maior rendimento no ano, tendo registrado quase 73 milhões de dólares em lucros de eventos musicais.