Rio de Janeiro, 05 de Agosto de 2026

Tudo igual na Copa do Brasil

Ficou tudo igual no primeiro duelo da final da Copa do Brasil, neste domingo, no Maracanã, entre Flamengo e Cruzeiro. Um golaço de Alex, aos 30 minutos do segundo tempo, colocou a Raposa em vantagem, mas Fernando Baiano livrou o Rubro-negro da derrota, no último minuto. No jogo da volta, na noite da próxima quarta-feira, o time mineiro joga por um 0 x 0 para conquistar seu terceiro título da competição. (Leia Mais)

Domingo, 08 de Junho de 2003 às 17:40, por: CdB

Ficou tudo igual no primeiro duelo da final da Copa do Brasil, neste domingo, no Maracanã, entre Flamengo e Cruzeiro. Um golaço de Alex, aos 30 minutos do segundo tempo, colocou a Raposa em vantagem, mas Fernando Baiano livrou o Rubro-negro da derrota, no último minuto. No jogo da volta, na noite da próxima quarta-feira, o time mineiro joga por um 0 x 0 para conquistar seu terceiro título da competição. O Cruzeiro demorou a entrar em campo, retardando o início do jogo em dez minutos, mas foi só soar o apito de Carlos Eugênio Simon para o time mineiro dar as cartas. Mais compacto em campo, a Raposa impedia que o Flamengo saísse para o ataque. Logo aos 2 min, Aristizábal poderia ter feito o gol, mas errou ao completar cruzamento de Márcio da direita. No lance seguinte, o canhoto Alex arriscou com o pé direito e o chute saiu por cima do travessão. Carente de lances de emoção, a torcida do Flamengo tentava ajudar o time soprando as 15 mil cornetas distribuídas pela diretoria. O barulho, no entanto, não parecia abalar o Cruzeiro, que seguia ditando o ritmo da partida. Mas o excesso de confiança no toque de bola quase custou caro ao time mineiro: aos 10 min, Felipe roubou a bola de Wendell e puxou o contra-ataque. Com Edílson aberto na esquerda e Zé Carlos na direita, o meia prendeu demais a bola e errou o passe. Antes acuado, o Flamengo começou a sair mais para o jogo, principalmente pelo lado esquerdo, com Athirson. Aos 14 min, o lateral arriscou de fora da área e Gomes defendeu no meio do gol. Seis minutos depois, Felipe, meio desajeitado e com o pé direito, chutou de fora da área e a bola saiu à direita do gol de Gomes. Apesar do esquema com três zagueiros e dois volantes, o Rubro-negro dava liberdade para Alex organizar as jogadas do Cruzeiro. Aos 31 min, ele recebeu a bola na entrada da área e teve tempo de ajeitar e chutar rasteiro de fora da área. Júlio César defendeu com segurança, porque Aristizábal estava em cima do lance à espera do rebote. Aos 34 min, o Flamengo respondeu com o zagueiro Fernando, que roubou a bola no meio-campo e partiu em velocidade, como um autêntico atacante. Preocupados com Edílson e Zé Carlos, os jogadores do Cruzeiro foram dando espaço e o ex-capitão rubro-negro arriscou da entrada da área, mas o chute saiu muito alto. Aos 39 min, Edílson criou a melhor oportunidade do Flamengo: o Capetinha desarmou Augusto Recife na saída de bola da Raposa, Zé Carlos puxou a marcação e o atacante ficou de frente para Gomes. O chute, no entanto, saiu em cima do goleiro, que espalmou a córner. As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações. Assim como nos primeiros 45 minutos, o Cruzeiro esteve bem perto do gol logo aos 3 min: Deivid cruzou da direita e Aristizábal pegou de primeira, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. A resposta do Flamengo veio aos 12 min, quando Zé Carlos tentou uma bicicleta, assustando Gomes. Encolhido, o Rubro-negro parecia estar jogando fora de casa. O Cruzeiro tinha mais a posse de bola, mas criava poucos lances claros de gol. Aos 25 min, a zaga do Flamengo afastou mal e Jardel chutou rente à trave esquerda de Júlio César, que apenas torceu para a bola não entrar. O castigo para a covardia do Flamengo veio aos 30 min: Deivid entrou livre pela direita e cruzou rasteiro para Alex completar de letra e marcar um golaço. Dois minutos depois, Felipe fez tudo certo avançou pelo meio em velocidade, mas, de frente para o gol, errou no chute e isolou a bola. Aos 39 min, Felipe cobrou falta da direita e André Gomes cabeceou forte para boa defesa de Gomes. Três minutos depois, Igor soltou uma bomba da entrada da área e o goleiro do Cruzeiro voou para espalmar. No minuto seguinte, Edílson, em impedimento, completou para o fundo da rede. O jogador chegou a comemorar o gol, mas Simon acertou em anular o gol. O último suspiro do Flamengo veio aos 48 min, quando a bola sobrou para Fernando Baiano dominar na coxa e chutar forte, igualando o placar e incendi

Tags:
Edições digital e impressa