O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu à coligação Força do Povo, que tem como candidato à reeleição o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o direito de resposta de 1 minuto no horário reservado ao candidato do PSDC, José Maria Eymael. O direito de resposta foi concedido no rádio e na TV. O PT contestou na Justiça Eleitoral propaganda que foi ao ar no dia 12 de setembro. Segundo a coligação, o candidato Eymael "ofendeu" e "ridicularizou" o candidato Lula.
Eymael disse que "esta eleição é disputada por duas vertentes: uma, composta pelos desinformados, os excluídos, chantageados pelo Bolsa-Família e aterrorizados pela ameaça mentirosa de perder a única coisa que está recebendo". O candidato do PSDC concluiu, na mesma propaganda, que "a sua revolta pode vencer as pesquisas e derrotar a incompetência da cadeira vazia. Dê uma outra oportunidade ao nosso país e voto no Brasil."
Segundo os ministros do TSE, foi devidamente reconhecida a "ofensa" ao presidente, portanto foi concedido o direito de resposta, mas não foi reconhecido que Lula tenha sido "ridicularizado".