Trem apresenta problema e causa atrasos em ramais da Supervia
Novo problema prejudicou a circulação de trens nesta quarta-feira. Segundo a Supervia, o maquinista de uma composição que seguia de Queimados, na Baixada Fluminense, para a Central do Brasil teve que aplicar freio de emergência na estação Engenho de Dentro.
Por meio de nota, a Agetransp, responsável pela fiscalização do transporte, informou que abriu um boletim de ocorrência para apurar as causas do problema
Novo problema prejudicou a circulação de trens nesta quarta-feira. Segundo a Supervia, o maquinista de uma composição que seguia de Queimados, na Baixada Fluminense, para a Central do Brasil teve que aplicar freio de emergência na estação Engenho de Dentro.
O maquinista fazia procedimentos para devolver o trem à circulação, passageiros desembarcaram nos trilhos por alguns momentos. A via férrea foi liberada, mas a circulação dos ramais de Japeri, Deodoro e Santa Cruz, que foram afetados, era normalizada gradativamente, por volta das 9h. Por meio de nota, a Agetransp, responsável pela fiscalização do transporte, informou que abriu um boletim de ocorrência para apurar as causas do problema.
Segundo a Supervia, um acidente no ramal de Vila Inhomirim suspendeu as viagens do sistema nesta quarta-feira. O problema ocorreu na altura da estação Parada Angélica, onde um caminhão teria acessado indevidamente uma passagem de nível oficial e atingiu uma composição que passava no local. Não há registro de vítimas, de acordo com a concessionária.
Um caminhão colidiu contra um trem na estação Parada Angélica, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, o veículo acessou indevidamente a passagem de nível oficial próxima à linha férrea. A circulação do ramal Inhomirim está suspensa.
Na terça-feira, um tumulto teve início depois da pane em um trem do ramal de Santa Cruz por volta das 8h30. A composição parou próximo à Estação Engenho de Dentro, no Subúrbio do Rio, por causa de um problema mecânico em uma das composições. As pessoas ficaram dentro dos vagões por volta de meia hora. Centenas de pessoas desceram dos vagões e começaram a caminhar pelos trilhos. A mesma cena vista na semana passada, quando três composições pararam perto da estação de Oswaldo Cruz.
Segundo a Supervia, passageiros chegaram a protestar nos trilhos, por volta das 9h, e as 27 estações precisaram ser fechadas. Revoltado, um grupo ateou fogo em uma composição no entorno da estação Quintino. Ao todo, quatro composições foram vandalizadas e encaminhadas para a oficina de manutenção.
Por segurança, os trens pararam de circular. Os bombeiros foram acionados para controlar as chamas. O Corpo de Bombeiros e os técnicos da SuperVia permaneciam em Quintino para controlar a situação e retirar o trem do local pouco antes das 10h.
A Agetransp, agência que fiscaliza os serviços públicos de transportes sob concessão no Rio de Janeiro, informou que abriu boletim de ocorrência para fiscalizar o incidente.
No dia 29 de agosto, um problemas na rede aérea provocaram mais de cinco horas de atraso nos trens da Supervia. Três composições enguiçaram e, revoltados, passageiros depredaram vagões e jogaram objetos nos trilhos. Apesar dos flagrantes, ninguém foi preso.
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