Rio de Janeiro, 16 de Outubro de 2026

TRE considera tranqüilo primeiro turno no Rio

Para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro de uma maneira geral, as eleições transcorreram normalmente em todos os municípios do estado, com a boca-de-urna – que é crime eleitoral – sendo um dos principais problemas registrados. Centenas de pessoas foram presas e depois liberadas pela prática do delito.(Leia Mais)

Segunda, 06 de Outubro de 2008 às 07:16, por: CdB

Para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro de uma maneira geral, as eleições transcorreram normalmente em todos os municípios do estado, com a boca-de-urna – que é crime eleitoral – sendo um dos principais problemas registrados. Centenas de pessoas foram presas e depois liberadas pela prática do delito.

Das mais de 30 mil urnas espalhadas por todo o estado, apenas 322 tiveram que ser substituídas por apresentarem defeito, das quais 169 na capital.

As eleições só não foram definidas  no primeiro turno na capital e no município de Petropólis. Vários prefeitos foram reeleitos, como foi o caso de Linderberg Farias, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que conseguiu 65,35% dos votos válidos – a mais expressiva vitória do estado.

Depois de encerrada a votação, o presidente do TRE do Rio de Janeiro, Alberto Motta Moraes, fez um balanço positivo do processo eleitoral no estado e atribuiu à presença das Forças Armadas, nas áreas de conflito, boa parte desta tranquilidade. Para ele, a presença dos militares foi um avanço do processo democrático.

– As Forças Armadas atuaram dentro de um processo de democracia, não atuaram por iniciativa própria, atuaram por convocação e a pedido da Justiça Eleitoral brasileira, o que acaba por se transformar em uma demonstração inequívoca de que elas não têm por que se afastar do processo político-eleitoral. Hoje, elas foram de uma importância fundamental para a garantia da tranqüilidade destas eleições – disse Moraes.

O presidente do TRE, no entanto, não respondeu se as Forças Armadas continuarão presentes no Rio, no segundo turno e esclareceu que a decisão ficará a cargo do TSE. Problemas nos computadores do TRE impediram a divulgação, com a mesma rapidez para o resultado do cargo de prefeito, dos números relativos à votação para a Câmara de Vereadores. 

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