O ministério público vai propor uma ação civil pública contra uma a maior usina de álcool e açúcar do Estado, em Maurilândia, Goiania. A equipe formada por procuradores do Ministério Público do Trabalho, auditores fiscais do Ministério do Trabalho e policiais federais realizou uma fiscalização para investigar denúncias de trabalho escravo feitas por cortadores de cana.
segundo os trabalhadores, Na hora da contratação, houve promessa de alojamento, comida e benefícios que nunca existiram. A maioria das denûncias vem das cidades de Caxias, Codó e Aldeias Altas, todas no Maranhão. Agora, eles querem receber o dinheiro para voltar para casa e reclamam que a empresa não fez o pagamento dos salários.
Já que os trabalhadores tinham carteira assinada, o regime em que os cortadores de cana trabalhavam não chega a ser escravidão mas foi classificado pelos auditores fiscais do trabalho como degradante
Trabalhadores são resgatados por políca federal e Ministério do trabalho
Quarta, 30 de Junho de 2004 às 17:45, por: CdB