Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Trabalhadoras pedem justiça para assassinatos no campo

Terça, 07 de Junho de 2011 às 11:11, por: CdB

A representante do Conselho Nacional Populações Extrativistas (CNS) Claudelice Silva dos Santos pediu justiça nos casos de assassinato no campo. “Peço agilidade. A gente sabe quem são os assassinos. Queremos olhar para a cara deles e saber que serão punidos”, disse Santos, que teve o irmão assassinado. Na comissão geral para debater o aumento da violência e da impunidade no campo, ela pediu ainda que os senadores não aprovem o projeto de lei que altera o Código Florestal.

Já Laísa Santos Sampaio, irmã de outra trabalhadora do campo assassinada, disse que o programa de proteção às pessoas ameaçadas de morte da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (Pró-Vida) “não quis ouvir o caso”. “Nós, no Pará, temos certeza de que todo mundo que está nessa lista morre”, afirmou. Ela pediu proteção a outros dois assentados que integram a lista.

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, também presente no debate, afirmou que vai tomar conhecimento dos casos relatados ainda hoje.

A comissão geral prossegue no Plenário Ulysses Guimarães.

Continue acompanhando esta cobertura.

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Edição - Daniella Cronemberger

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