Todo apoio à campanha pelo desaramento no Brasil (vejam post acima) que da forma como foi organizada e estruturada tem tudo para dar certo. Simultaneamente à sua realização, nosso trabalho agora é a batalha pela aprovação da proposta no Congresso Nacional e a realização em outubro da consulta popular para proibir o comércio irrestrito de armas, sem legislação inibidora no Brasil.
Esta lacuna é que possibilitou ao rapaz com deficiência mental comprar com a maior facilidade as duas armas com as quais fez há duas semanas aquela chacina em que matou 12 crianças numa escola do bairro do Realengo, no Rio.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) já submeteu a proposta de referendo aos partidos e o trabalho pró-consulta popular, aliás, já começou há alguns dias. Vamos intensificá-lo e nos preparar para a verdadeira "guerra" que teremos pela frente, da parte dos conservadores.
O medo é do voto
Eles também já se mobilizaram e ocuparam a mídia, inclusive com editoriais quase diários contra a consulta popula - alguns jornais estão publicando já o 2º ou 3º editorial ou artigo de fundo contra.
Na verdade, têm medo de voto e, principalmente que a decisão sobre a proibição ou não do comércio de armas venha de uma deliberação do povo.Têm medo desta e de todas as demais decisões se tomadas pelo voto popular.
Agora é intensificar o nosso trabalho pró-plebiscito em outubro. Conscientes de que a mobilização será árdua. Teremos a mídia toda contra nós - e só aguardar as capas e matérias a respeito, a começar pela VEJA, por exemplo, carro-chefe da campanha dos conservadores que derrotou a proibição ao comércio de armas no plebiscito anterior de 2005.