Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2026

Tite elogia marcação e jogadores do Fluminense para explicar empate

Era possível esperar mais do Corinthians após o bom triunfo sobre o Vitória no fim de semana, mas a equipe produziu pouco no empate por 0 a 0 com o desfalcado Fluminense.

Quinta, 15 de Agosto de 2013 às 08:52, por: CdB
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Para Tite, o jogo foi complicado por causa da boa marcação e do bom trabalho dos garotos escalados por Vanderlei Luxemburgo
Era possível esperar mais do Corinthians após o bom triunfo sobre o Vitória no fim de semana, mas a equipe produziu pouco no empate por 0 a 0 com o desfalcado Fluminense. Para Tite, o jogo foi complicado por causa da boa marcação e do bom trabalho dos garotos escalados por Vanderlei Luxemburgo. - Estávamos em um melhor momento, mas isso acaba quando você entra em campo em um clássico. Se colocou menino, é porque tem qualidade. Xerém forma bons jogadores - disse o técnico alvinegro, referindo-se a atletas como Igor Julião, Ronan, Willian e Kennedy. Com o time escalado por Luxemburgo, que botou Edinho para ajudar a dupla de zaga, o Fluminense ofereceu pouco espaço aos visitantes no Maracanã. O Timão só teve maior ímpeto ofensivo nos 15 minutos finais, quando teve um homem a mais, porém não chegou à rede. - Não tivemos o mesmo desempenho, mas isso foi pela organização, pela marcação forte e intensa, individual no setor, que o Fluminense estabeleceu. Nas vezes em que conseguimos nos desvencilhar, as conclusões foram pressionadas, não foram efetivas porque não foram limpas - analisou o treinador corintiano. - O gramado escorregadio também tirou um pouco da precisão dos passes. A gente viu uma mudança de atitude na equipe deles em relação aos jogos anteriores. Com as mudanças, a equipe teve menos qualidade técnica, mas ficou mais veloz na transição. Os atletas que entraram emprestaram essa característica ao time - acrescentou. Para superar a boa marcação, Tite trocou Alexandre Pato por Douglas, adiantando Emerson. Foi o Sheik que usou sua velocidade após um passe do meia para conseguir a expulsão de Gum. Aí o Corinthians foi de vez à frente, com Ibson e Danilo. Saíram o volante Guilherme e o zagueiro Paulo André. - O Renato gosta de jogar do lado, flutuar nas costas de um meia de articulação. O Douglas trouxe essa articulação central. Depois, usei o Danilo como pivô, porque ele já jogou assim e precisávamos de retenção. Abri Romarinho de um lado, Emerson do outro e botei qualidade no meio com Renato e Ibson. O Ralf ficou atrás para dar a saída e tivemos a bola do jogo, mas foi insuficiente - concluiu o técnico.
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