Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Tiroteio deixa mototaxista ferido no Camplexo da Maré

Foi identificado como o mototaxista Fábio da Silva de Barros, de 28 anos, atingido nas costas no fim da noite desta segunda-feira quando estava no ponto da entrada do Conjunto Esperança no Camplexo da Maré, na Zona Norte do Rio, ocupada desde o último sábado por 2.700 homens das Forças Armadas e da Polícia Militar.

Terça, 08 de Abril de 2014 às 05:59, por: CdB
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Fábio foi baleado durante ataques a pontos de mototaxistas em três comunidades do Complexo da Maré
Foi identificado como o mototaxista Fábio da Silva de Barros, de 28 anos, atingido nas costas no fim da noite desta segunda-feira quando estava no ponto da entrada do Conjunto Esperança no Camplexo da Maré, na Zona Norte do Rio, ocupada desde o último sábado por 2.700 homens das Forças Armadas e da Polícia Militar. Fábio foi baleado durante ataques a pontos de mototaxistas em três comunidades do Complexo da Maré. Os tirosa teriam partido de ocupantes de um Corolla preto, que ainda atacaram os pontos da Vila do João e da Vila dos Pinheiros. O Comando da Força de Pacificação confirmou os ataques. A confusão teve início quando mototaxistas fecharam as pistas da Avenida Brasil em protesto contra a falta de segurança para trabalhar na área. Segundo eles, os traficantes do Complexo do Caju - pertencentes a uma facção criminosa rival das que atuavam no Complexo da Maré antes da pacificação - os estão ameaçando e os impedindo de trabalhar.  Fábio foi atingido nas costas, a bala está alojada em seu ombro e ele foi levado para o Hospital municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. O comando da Força de Pacificação confirmou mais tiros no acesso para a Rua C4, na Vila dos Pinheiros e também próximo às tropas que estavam na Avenida do Canal 2, nas imediações do acesso da Avenida Brasil. e ainda da Rua 14, na Vila do João. Polícia prende suspeito Policiais civis prenderam  um homem suspeito de ser um dos maiores fornecedores de drogas e armas do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, ele fazia o contrabando do Paraguai para o Brasil por meio das fronteiras de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, e Foz do Iguaçu, no Paraná. As armas e drogas eram revendidas para diversas comunidades do Rio e da Baixada Fluminense, como as favelas do Muquiço, em Guadalupe, e da Cidade Alta, em Cordovil, no subúrbio da capital. O homem, detido em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste da cidade, já havia sido preso em 2009, no Paraguai, mas acabou sendo solto. Contra ele, havia dois mandados de prisão por tráfico. Ele também foi autuado, em flagrante, por porte ilegal de arma de uso restrito, já que estava com uma pistola quando foi preso.
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